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Fapesp tem novo conselheiro


Ibict/MCT lança hoje serviço de apoio tecnológico à pequena empresa via WEB


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Sergio Rezende define nova composição do MCT

O ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, acaba de definir a nova composição do MCT. O anúncio foi feito hoje (9), no auditório da sede do MCT, em Brasília (DF).

A Secretaria de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação ficará a cargo de Augusto César Gadelha Vieira. O ministro lembrou que o atual secretário, Francelino Grando, irá assumir, em outubro, um posto na sede da ONU, na área de meio ambiente, em Nairobi, na África, mas permanecerá à frente da Secretaria até o dia 31 de agosto. Depois disso, atuará como assessor do ministro da C&T até assumir o novo posto na ONU. A partir do dia 1º de setembro, Vieira assume a Secretaria. O ministro alertou para a importância dessa transição, já que Grando participou de muitas discussões de destaque no MCT, como a Lei de Inovação.

Augusto César Gadelha Vieira é doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade de Stanford e é graduado em Engenharia de Telecomunicações pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ). Também é pesquisador titular do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Há um ano trabalha no Ministério das Comunicações coordenando o grupo da TV Digital.

Ao divulgar os nomes que vão compor a estrutura do ministério, Rezende ressaltou que não pretendia fazer muitas alterações, mas disse que os novos integrantes trarão “sangue novo” e darão continuidade às ações do MCT. Também lembrou que as estratégias não serão alteradas, já que são fruto de um trabalho que envolveu todo o ministério e cujo resultado é muito positivo. “O MCT, na gestão do ministro Eduardo Campos, ganhou visibilidade e centralidade nas ações do governo”, afirmou. Para isso, destacou como fundamental o papel do secretário-executivo, Luis Fernandes, confirmado para o cargo já na solenidade de posse do ministro.

A Secretaria para a Inclusão Social (Secis) continua sob o comando de Rodrigo Rollemberg. Rezende alertou para o papel destaque conquistado pela secretaria na gestão do atual secretário.

Outro nome da gestão de Eduardo Campos que permanece na nova composição é o do secretário de Política de Informática, Marcelo Lopes. O ministro lembrou da enorme capacidade de trabalho do secretário e prometeu interagir bastante com a Sepin nos próximos meses.

Já a Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento (Seped) será ocupada pelo professor Luiz Antônio Barreto de Castro. Rezende fez uma retrospectiva da trajetória de Barreto que, entre outros cargos, foi presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). De acordo com o ministro, Barreto de Castro deve substituir Cylon Gonçalves da Silva nos próximos dias, já que o seu nome foi encaminhado à Casa Civil e só depende da assinatura do presidente Lula.

Sergio Rezende também confirmou a permanência de Avílio Franco para a Subsecretaria de Coordenação das Unidades de Pesquisa do MCT e de Djalmo Leão para a Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração do órgão. Ele também afirmou que também não haverá mudanças CNPq.

Já a atual chefe de gabinete do MCT, Mari Machado, será substituída por Carlos Siqueira, que já ocupou o mesmo cargo no Ministério da Saúde e atualmente era o chefe do escritório da Finep em Brasília.

Na ocasião, o ministro também anunciou uma visita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará ao Laboratório Nacional de Luz Síncroton, no próximo dia 19, para fazer um balanço das principais ações do MCT. A visita foi sugerida por Sergio Rezende para que o presidente conheça o Laboratório e também para dar visibilidade às ações do ministério na atual gestão.

Fonte: Gestão C&T



Sergio Rezende anuncia que Programa Juro Zero será lançado em breve

“O Programa Juro Zero é voltado para conceder crédito a pequenas empresas inovadoras. Uma grande dificuldade, no Brasil, hoje, é que elas [as micro e pequenas empresas] não têm garantias reais para poder tomar recursos emprestados, montar uma linha de produção, fabricar e vender para o mercado”.

Sergio Rezende listou, entre as vantagens do Programa, a desburocratização do processo de empréstimo, a não cobrança de juros e o pagamento dividido em 100 prestações.

As empresas terão de começar a pagar a dívida imediatamente após o recebimento do empréstimo, e também entrarão com uma contrapartida, em bens, para garantir a concessão do crédito. O ministro lembrou que o processo de seleção das propostas será realizado por meio eletrônico. O valor limite, por empresa, será de R$ 900 mil ou 1/3 do faturamento do ano anterior ao pedido de empréstimo.

Rezende afirmou que “não há nada mais barato no mercado” para apoio às micro e pequenas empresas, além de o Juro Zero ser uma forma de gerar empregos qualificados.

O novo ministro também falou sobre o contingenciamento dos recursos do MCT. “O ministro Eduardo Campos teve uma articulação muito boa com a área da Fazenda, de modo que o contingenciamento a que o MCT está submetido é mínimo, não vai afetar as ações do ministério”.

Apesar de ter viajado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na semana passada, para inaugurar uma fábrica de medicamentos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e ter conversado a respeito da regulamentação da Lei de Inovação, o ministro disse que não foi acertada a data para a assinatura do decreto.

Sergio Rezende ressaltou, por diversas vezes, que dará continuidade e ampliará as ações do ex-ministro. Ele destacou a expansão do sistema nacional de C&T, as ações voltadas à Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce), a atenção aos objetivos estratégicos nacionais [como a Amazônia], e os projetos de C&T para a inclusão social, com destaque para a divulgação científica. “Nosso papel, em um ano e meio, será consolidar essas ações”.

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) também merecerá atenção especial do ministério. De acordo com o ministro, os trabalhos serão intensificados para a implantação da segunda fase do projeto Rede Giga da RNP. Outro compromisso assumido é o de apoiar, com recursos dos Fundos Setoriais, áreas da economia brasileira que não são contempladas, a exemplo da microeletrônica.

Ele salientou, ainda, que lutará pelos recursos contingenciados do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e para aumentar a articulação com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Sobre a equipe de secretários do MCT, Rezende apenas reiterou a permanência do secretário-executivo Luis Fernandes, já anunciada na posse, mas disse que ainda não conversou com os demais.

Fonte: Gestão C&T

Luís Fernandes continua na secretaria-executiva do MCT

A posse de Sergio Rezende como novo ministro da C&T já trouxe a primeira definição na nova estrutura do ministério. Luís Manuel Rebelo Fernandes continua na Secretaria-Executiva do MCT. O anúncio foi feito ontem (21) pelo novo ministro durante a solenidade de transmissão de cargo, realizada na sede do MCT, em Brasília.

A informação foi dada por Rezende ao assumir o compromisso de continuar o processo de aperfeiçoamento da gestão dos fundos setoriais (FS), já que o secretário-executivo também preside o Comitê de Coordenação dos FS. “É com grande satisfação que anuncio que o secretário-executivo, Luís Fernandes, concordou em continuar na função. Vamos trabalhar intensamente no próximo um ano e meio”, afirmou o novo ministro.

Sergio Rezende disse ainda que vai manter e, se possível, intensificar a articulação e as parcerias com diversas entidades do governo federal e dos governos estaduais, em especial, com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com a Caixa Econômica Federal (CEF), com o Banco do Nordeste, com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), com a Embrapa e muitas outras. “Vamos estreitar as relações com as comunidades científica, tecnológica e empresarial, por meio da SBPC, da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da ABIPTI, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Sebrae e outras entidades da sociedade civil”.

O presidente da ABIPTI, Luis Fernando Ceribelli Madi, destacou que Sergio Rezende tem sido um parceiro fundamental dos institutos de pesquisa e, em especial, em relação aos projetos estratégicos da ABIPTI, como os projetos Excelência na Pesquisa Tecnológica e Gestão C&T. “Tenho certeza que vamos trabalhar de forma ainda mais integrada”, afirmou. Em relação a Eduardo Campos, Madi afirmou que lhe deseja boa sorte no Congresso Nacional e falou de sua gratidão pela atuação do ex-ministro no incentivo à área de CT&I no Brasil e, em especial, aos institutos de pesquisa.

Fonte: Gestão C&T

Odilon Marcuzzo será o novo presidente da Finep

Foi anunciado ontem (21), pela Finep, que o novo presidente da entidade, escolhido pelo novo ministro da C&T, Sergio Rezende, será Odilon Antonio Marcuzzo do Canto, que atualmente ocupa o cargo de diretor de Desenvolvimento Científico e Tecnológico da Financiadora. Ainda não foi definido quem ficará no lugar de Odilon na Diretoria.

Estão previstas, também, alterações na Diretoria de Administração e Finanças, que hoje está sob a responsabilidade de Michel Chebel Labaki Júnior.

Odilon Marcuzzo do Canto chegou à Finep em fevereiro de 2003 para compor a diretoria, formada pelo ex-presidente Sergio Rezende, que foi empossado ontem como ministro da C&T no Palácio do Planalto, em Brasília. À noite ocorreu a transmissão de cargo, na sede do MCT.

Odilon Marcuzzo é mestre e Ph.D em Engenharia Nuclear pela Universidade da Califórnia, Berkeley. Foi presidente da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), vice-presidente da ABIPTI e reitor da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), onde se formou em engenharia civil no ano de 1968. Lecionou física básica, atômica e nuclear nos cursos de graduação e pós-graduação.

Fonte: Gestão C&T

Novo ministro de C&T elege prioridades

"Na área de divulgação, por exemplo, vamos promover mudanças na Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP). Ela é fundamental para unir as universidades e as instituições científicas do País, mas está obsoleta. Vamos investir para torná-la mais rápida", adiantou anteontem ao jornal O Estado de São Paulo, após um café da manhã de despedida na Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), agência de fomento que ele presidiu nos últimos dois anos e cinco meses.

Criada pelo MCT para unir a comunidade acadêmica, a rede de internet é gratuita para instituições de ensino e de pesquisa públicas e privadas e tem conexões com outras redes da América Latina, Europa e EUA.

Rezende também já tem algumas definições para fazer o Brasil crescer em pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos inovadores, que, a cada dia, surgem nas bancadas universitárias, mas costumam ficar restritos à academia por falta de investidores. Uma das alternativas, diz ele, é buscar linhas de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e parcerias com o Sebrae.

"O Brasil não tem tradição nisso. Falta, dentro do setor empresarial, a cultura de investir no que está sendo descoberto nas universidades, nos centros de pesquisa. Daí a importância de criarmos mecanismos que promovam essa interação" afirmou, citando, entre as iniciativas, o Programa Juro Zero, criado por ele, recentemente, na Finep, por meio do qual a agência de fomento financia recursos para micro e pequenas empresas inovadoras, sem juros.

Formado em Engenharia Eletrônica na PUC-RIO, com doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos EUA, Rezende já passou por diversas universidades e, na última década, atuou na gestão pública, tendo sido secretário de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco. Na Finep, criou um método que diminuiu o tempo entre a aprovação e a contratação de projetos de cinco meses para 33 dias.

Apesar da redução significativa, o novo ministro acha que pode ser preciso reduzir ainda mais esse intervalo, caso o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) seja aprovado pelo Senado exatamente como saiu da Câmara. O fundo terá recursos de incentivos fiscais ou de contribuições e doações de entidades públicas e privadas. "Vamos precisar de mais agilidade. Os recursos para contratação de projetos devem passar de R$ 750 milhões para R$ 1 bilhão", observou.

Fonte: O Estado de S.Paulo

Alterada a data da posse do novo ministro da Ciência e Tecnologia

Foi adiada, no final da noite de ontem, a data da solenidade de posse de Sergio Rezende, que assumirá o cargo de ministro da Ciência e Tecnologia. A cerimônia, que estava prevista para hoje (19), pela manhã, no Palácio do Planalto, deverá ser realizada na quinta-feira (21), à tarde, provavelmente às 16 horas. A transmissão de cargo só deverá ocorrer na manhã de sexta-feira (22), na sede do MCT. De acordo com a assessoria do órgão, a alteração foi justificada devido à agenda do Palácio do Planalto.

Até agora, não há nenhuma definição oficial relacionada a mudanças no comando das secretarias e das agências de fomento do MCT. No entanto, o Gestão C&T apurou que o titular da secretaria de C&T para Inclusão Social, Rodrigo Rollemberg, deve permanecer no cargo.

Outro nome que também deve ser mantido na estrutura do ministério é o do atual presidente do CNPq, Erney Camargo. Ele já teria aceito o convite de Sergio Rezende logo após este ter sido confirmado pelo presidente Lula para assumir a pasta.

Desde 2003, Rezende é presidente da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Ao anunciar a sua saída do ministério em coletiva realizada na semana passada, o ministro Eduardo Campos afirmou que a escolha de Sergio Rezende para a pasta foi um esforço para que não haja problemas de continuidade dos trabalhos. “Ele é um militante importante da ciência brasileira, uma pessoa envolvida com momentos importantes da luta dos cientistas brasileiros e da política brasileira na consolidação de um Sistema Nacional de C&T que responda aos grandes desafios nacionais”, destacou Campos.

Outras informações pelo telefone (61) 3317-7515.

Fonte: GESTÃO C&T

XVII Encontro de Rede Paulista de Incubadoras de Empresas reúne especialistas em São Paulo

O evento continua nesta sexta-feira (15/07), no hotel Araucária e reúne gerentes de incubadoras de empresas do Estado de São Paulo para discutir o atual estágio das incubadoras no Estado, novas normas e novos sistemas de gerenciamento. Além de 65 gerentes de incubadoras, participam 30 representantes dos escritórios regionais do Sebrae-SP e parceiros do programa de incubadoras.

No encontro, também estão sendo apresentados projetos estratégicos e propostas para fortalecer o trabalho desenvolvido pelas incubadoras de empresas do Estado. Há também uma extensa programação de palestras, para atualização e reciclagem sobre o tema.

Paulo Alvim defendeu que ao apresentar facilidades como acesso à informação, ao conhecimento e à tecnologia, ao favorecer as redes de conhecimento e ao minimizar riscos aos negócios, as incubadoras podem cumprir um papel de dinamizadoras no processo de desenvolvimento dos territórios em que estão inseridas. "Nesse sentido, apresenta-se um novo desafio para este modelo, que cabe a nós discutir e implementar", disse.

As incubadoras de empresas são ambientes planejados para transformar idéias e projetos em produtos e serviços, estimulando a criação e o fortalecimento de empresas inovadoras. Nesses ambientes, os novos empreendimentos compartilham uma infra-estrutura completa e ainda dispõem de parcerias com instituições de ensino e pesquisas, além do suporte gerencial, administrativo e mercadológico.

"Nas incubadoras o espírito naturalmente empreendedor do brasileiro é potencializado por meio do trabalho em conjunto", disse o diretor-técnico do Sebrae-SP, Carlos Monteiro. "Estudos mostram que com a blindagem obtida na incubadora, as empresas têm um índice muito maior de sobrevivência, que chega a 87% em dois anos de atividade. Além disso, são mais respeitadas pelas instituições financeiras, tendo maior facilidade de acesso ao crédito, entre outros benefícios", disse Monteiro.

No Estado, o Sebrae-SP apóia 62 incubadores, abrigando cerca de um mil empresas e gerando mais de 4 mil postos de trabalho. "Chegaremos a 70 ainda este ano", afirmou Monteiro. "Esse é o modelo de que o País precisa", afirmou o prefeito de Ribeirão Preto, Welson Gasparini. "É nele que encontraremos respostas para o processo de desenvolvimento econômico e social do País", acrescentou. Em seu discurso, o prefeito anunciou a criação, ainda este ano, de um parque tecnológico no município, por iniciativa do governo do Estado.

Em Ribeirão Preto são duas as incubadoras de base tecnológica participantes apoiadas pelo Sebrae em São Paulo, a Supera - Incubadora de Empresas de Base Tecnológica e a Inbios, localizadas respectivamente no Campus da Universidade de São Paulo e no Hemocentro.

"Para o município, sediar esse tipo de encontro é importante, pois coloca em evidência assuntos como empreendedorismo e tecnologia na pauta do governo local e da comunidade em geral", afirma Norberto Prestes, gerente da Supera.

Informações: Beatriz Vieira
Tel.: (11) 3177-4825
beatrizv@sebraesp.com.br

USP realiza curso de negociação para micro e pequenas empresas

O controle da inflação é muito bom para o País, disso ninguém duvida. Mas as negociações empresariais, sem a dita inflação, são mais acirradas e disputadas, já que um ganho de 3% ou 4% passa a ser fundamental na planilha de custos de qualquer empresa, principalmente se for micro ou pequena.

Por isso, o Programa Disque-Tecnologia da Universidade de São Paulo (USP) promove, entre 25 e 28 de julho, o curso ?Desenvolvimento em Negociação?, voltado para profissionais que trabalham diretamente com negociações, principalmente em micro e pequenas empresas.

A programação inclui temas como eficácia e eficiência em um processo de negociação, identificação de interesses, apresentação de propostas e habilidades de comunicação. O programa foi organizado pelo professor doutor Sérgio Muniz Oliva Filho, do Departamento de Matemática da Universidade de São Paulo.

Muniz é PHD in Mathematics pela GATECH (EUA), livre-docente do Departamento de Matemática Aplicada da USP, onde orienta e pesquisa, além de ser o vice-prefeito do campus.

Quem dará o curso será o professor Ricardo Rodrigues Buonanni, consultor em treinamento e desenvolvimento organizacional e pessoal e professor do Sebrae em São Paulo nos módulos de negociação, globalização, técnicas de reunião e associativismo.

De acordo com o coordenador do Disque Tecnologia, Eduardo José Siqueira Barbosa, o curso está direcionado não apenas para os empresários, como para compradores, vendedores, gerentes de projeto e até mesmo o pessoal que atua em telemarketing. "O objetivo é capacitar os participantes em técnicas de negociação e prepará-los para enfrentar a concorrência, o fornecedor ou até mesmo o cliente".

Barbosa explica que a negociação está no cotidiano das empresas e qualquer área está sujeita a ela. "Veja a negociação com gerentes de banco, onde a abordagem é fator importante para conseguir menores taxas em financiamentos".

As vagas para o curso, que terá 16 horas de duração, são limitadas a 30 participantes. Micro e pequenas empresas terão desconto de 15%. No final, a USP emite um certificado de participação.

Segundo Barbosa, o Disque-Tecnologia tem o compromisso de transferência do conhecimento da USP para a sociedade. "Por isso, ao participar de um curso, o empresário já estará agregando valor ao seu negócio".


Disque-Tecnologia

O Disque-Tecnologia foi criado em setembro de 1991 como um "pronto-socorro" para micro e pequenas empresas, setor que, em geral, não possui condições próprias de pesquisa e desenvolvimento. Trata-se de um serviço viabilizado por parceria da USP com o Sebrae em São Paulo.

É um serviço gratuito que atua com informações. "Quem promove a solução é o demandante. É um mecanismo de acesso rápido e eficaz, que pode ajudar a resolver problemas do dia-a-dia", diz Barbosa.

Para o coordenador, o importante é criar a cultura no pequeno empreendedor de consultar as fontes de informação disponíveis no mercado. "Ao fazer isso, estamos produzindo uma maior probabilidade nas empresas de perenidade".

As solicitações ao programa podem ser apresentados por carta, telefone (11) 3031-0801, fax (11) 3031-0922, e-mail (disqtec@edu.usp.br) ou pessoalmente.


O serviço já atingiu a marca de 15 mil atendimentos em julho. Atualmente, são recebidas 15 solicitações por dia, das mais variadas regiões do país.


Em média, as informações são prestadas em prazo máximo de 10 dias. A estrutura do Disque-Tecnologia já inspirou a criação de serviços similares em 16 instituições no País.

Fonte: SEBRAE

Comitês Assessores do CNPq analisam produtividade dos bolsistas

Os Comitês Assessores (CAs) de todas as áreas do CNPq analisaram comparativamente, de maio a junho deste ano, os currículos dos 9.000 bolsistas de produtividade em pesquisa da instituição. Com a avaliação, o CNPq verifica o padrão de produtividade dos seus bolsistas, provenientes de todas as áreas do conhecimento, que são classificados pelos níveis 1 (A,B,C ou D) e 2. A classificação de nível 1A é concedida aos pesquisadores com maior prestígio no País.

A partir da análise da produtividade dos bolsistas, os CAs recomendaram a promoção de 1.700 pesquisadores. Ao restante dos pesquisadores foi recomendada a manutenção ou o rebaixamento.

De acordo com a sua disponibilidade financeira, o CNPq poderá implementar, neste momento, a promoção de 820 bolsistas, hierarquizados de acordo com listas providas pelos CAs. Os outros bolsistas serão mantidos na posição atual até o vencimento de suas bolsas.

Já a partir de 10 de agosto, o CNPq deverá implementar a promoção das bolsas. Os bolsistas não listados podem conhecer a recomendação dos CAs pelo link www.cnpq.br/reclassifica.

IBGE investiga Inovação Tecnológica na Indústria

A taxa de inovação da indústria brasileira elevou-se de 31,5% para 33,3% no triênio 2001-2003. Se entre 1998 e 2000 predominaram inovações só em processo, nos anos 2001-2003 a estratégia foi inovar em produto e processo.

As três atividades com as maiores taxas de inovação entre 2001 e 2003 foram: fabricação de máquinas para escritório e equipamentos de informática (71,2%), fabricação de material eletrônico básico (61,7%) e fabricação de automóveis, caminhonetas e utilitários, caminhões e ônibus (57,5%). Já o esforço inovativo (despesas com inovações em relação à receita líquida de vendas) da indústria foi de 2,5%, com apenas oito das 32 atividades pesquisadas registrando aumento neste indicador.

A aquisição de máquinas e equipamentos foi a atividade inovativa de maior importância, e os setores mais intensivos tecnologicamente foram os que mais inovaram. Enquanto as inovações de produto eram feitas pelas próprias empresas, as de processo eram desenvolvidas por outras empresas ou institutos . Em 2003, 5,2 mil indústrias receberam apoio do governo para inovar. Essas são algumas das informações levantadas pela Pesquisa Industrial de Inovação Tecnológica - PINTEC, realizada pelo IBGE com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Se o ambiente macroeconômico de 2000 estimulou projetos de inovação tecnológica mais dispendiosos e parcerias para desenvolver produtos, o cenário adverso de 2003 levou as empresas a adotarem estratégias mais cautelosas: desenvolver projetos menos caros e arriscados, e empregar ativos próprios em atividades inovativas, desenvolvendo mais internamente as inovações de produto.

Confrontando-se a primeira (1998-2000) e a segunda PINTEC (2001-2003), nota-se a influência de duas conjunturas econômicas distintas sobre a decisão empresarial de investir em inovação. Em 2000, o PIB cresceu 4,4% e a indústria, 4,8%. Foram as taxas de crescimento anual mais elevadas desde o período 1993/1994. Já em 2003, a indústria permaneceu praticamente estável (0,1%) e o PIB cresceu apenas 0,5%.

Fonte: IBGE

Finep e Sebrae selecionam propostas de apoio à inovação em micro e pequenas empresas

Uma parceria inédita irá beneficiar as micro e pequenas empresas (MPEs): a Finep e o Sebrae lançaram, no último dia 20, uma chamada pública para apoiar projetos de inovação tecnológica voltados às MPEs. A seleção envolve recursos totais da ordem de R$ 30 milhões. O edital MCT/ Finep/Sebrae/Ação Transversal-Cooperação ICT’s- MPES-10/2005 foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) do dia 22.

A data final para envio eletrônico das propostas é 1º de agosto. Já a data final para envio da cópia impressa é 4 de agosto.
A chamada pública conta com recursos dos Fundos Setoriais de Tecnologia da Informação (CT-Info); de Petróleo e Gás Natural (CT-Petro); de Energia Elétrica (CT-Energ); do Fundo Verde Amarelo (FVA); do Fundo para o Setor de Agronegócios (CT-Agro); e do Fundo para o Setor Aeronáutico (CT-Aero). Também envolve recursos provenientes do Sistema Sebrae.

São três linhas de projeto que têm por objetivo selecionar propostas visando o apoio financeiro a projetos de inovação e/ou difusão tecnológica de interesse de Micro e Pequenas Empresas. Os projetos deverão ser executados por instituições científicas e tecnológicas (ICTs) em cooperação com micro, pequenas, médias ou grandes empresas brasileiras. A primeira linha de ação contará com recursos de R$ 15 milhões e é voltada para grupos de um mínimo de três MPEs, inseridos em arranjos produtivos locais (APLs).

A segunda linha conta com um aporte de R$ 5 milhões e visa o apoio às MPEs atuantes em setores definidos como estratégicos ou como portadores de futuro pela Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (Pitce).

Já a terceira linha conta com R$ 10 milhões e busca projetos de encadeamento empresarial voltados para capacitação de rede de fornecedores ou compradores de grandes ou médias empresas.
As propostas devem conter solicitação de apoio financeiro de no mínimo R$ 200 mil e no máximo R$ 500 mil, sem considerar os valores aportados a título de contrapartida.

Outro destaque é que a chamada não utiliza os conceitos do Manual de Oslo. A seleção não apoiará exclusivamente projetos de inovações radicais, pois serão aceitas propostas de inovação tomando-se por referência o mercado nacional, regional ou local.

Autor: Gestão C&T

Outras Informações: FINEP

Comissão de C&T visita a FAPESP

Grupo de deputados da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo visita a Fundação e é recebido por Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da FAPESP.

A Comissão de Cultura, Ciência e Tecnologia (CCCT) da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo visitou a FAPESP na quinta-feira (9/6).

Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor científico da Fundação, representando o presidente Carlos Vogt, e os conselheiros José Arana Varela, Adilson Avansi de Abreu e Nilson Dias Vieira Júnior receberam os deputados Célia Leão, Geraldo Bispo Gê Tenuta, Adriano Diogo e Jonas Donizete. Também estava presente a pesquisadora do IPT Ros Mari Zenha Kaupatez, que acompanha os trabalhos da Comissão.

Durante o encontro, Brito Cruz destacou o apoio da Assembléia à FAPESP desde a previsão de sua criação na Constituição Estadual de 1947, apresentou um relato detalhado do investimento na atividades de fomento em ciência, tecnologia e inovação, em todas as áreas de conhecimento, e a metodologia de avaliação de mérito de propostas de financiamento.

Para a deputada Célia Leão, presidente da Comissão, o encontro foi muito produtivo. "Sempre tivemos a melhor impressão dessa instituição que reúne a grande inteligência de homens capacitados e comprometidos com o desenvolvimento de São Paulo e do Brasil", disse.

Fonte: FAPESP

Campus da Fatec passa se chamar Prof. Francisco Romeu Landi

O campus da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec), na capital, passa a se chamar Prof. Francisco Romeu Landi. O decreto, aprovado pela Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, já está em vigor. A lei foi promulgada na sexta (10/06) pelo governador Geraldo Alckmin.

O ex-diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP morreu em 22 de abril de 2003, em São Paulo, vítima de infarto. Landi também era presidente do Fórum Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa, que hoje também recebe seu nome.

Além da FAPESP, o engenheiro Landi teve uma história muito ligada à USP, especialmente à Escola Politécnica, instituição onde se formou e ocupou os cargos de professor titular e diretor. Fez pós-doutoramento no Laboratório Nacional de Engenharia Civil, em Portugal, e no Building Research Establishment, na Inglaterra.

Em uma extensa e bem-sucedida carreira, ocupou diversos cargos de comando, tendo sido presidente da FAPESP, presidente do Conselho do Instituto de Eletrotécnica e Energia, vice-presidente do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo, presidente do conselho deliberativo do Centro de Desenvolvimento e Documentação da Indústria de Plástico para a Construção Civil e membro do conselho de administração do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos, do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Agência FAPESP

Anprotec convida para Apresentação de Boas Práticas

A Anprotec - Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores convida instituições que tenham vivência, experiência ou conhecimento sobre incubadoras de empresas, parques e pólos tecnológicos, a participar da Apresentação de Boas Práticas. A seleção será feita até dia 15 de junho.

Serão selecionados até 36 Boas Práticas, que serão registradas nos Anais do evento e apresentadas como pôster durante todo o encontro. Isso se dá porque a Anprotec reconhece que o sucesso do Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, evento realizado pela entidade há 15 anos, está intimamente relacionado com o registro de suas memórias. Sendo assim destaca a importância de participação ampla dos que o fazem, dando essa oportunidade de participação.

Para a apresentação das boas práticas, é obrigatória a inscrição no evento, sendo que os autores terão 50% de desconto. Os interessados devem enviar as propostas para o e-mail anprotec@cmeventos.com.br.

Outras informações pelo link http://www.anprotec.org.br/folderboaspraticas/.

12º Fórum Brasil Capital de Risco começa dia 22

Investidores poderão encontrar boas oportunidades de negócios nos setores aeroespacial, automação industrial, biotecnologia, eletroeletrônica, entretenimento, tecnologia Industrial, telecomunicações e tecnologia da informação.

Investidores interessados em boas oportunidades de negócios poderão participar do 12º Fórum Brasil Capital de Risco, que acontecerá de 22 a 24 de junho, em São Paulo. Para o evento, foram selecionadas 16 empresas inovadoras dos setores aeroespacial, automação industrial, biotecnologia, eletroeletrônica, entretenimento, tecnologia Industrial, telecomunicações e tecnologia da informação.

A etapa de seleção para participar do fórum teve inscrição de 177 empresas. Com a maior representação, São Paulo teve nove selecionadas para o grupo, seguido de Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Sul (1), Paraná (1) e Ceará (1).

A primeira etapa para participação no evento, entre 5 e 6 de maio, na Finep, constou de palestras sobre estruturação organizacional, estratégica, financeira e jurídica da empresa e aperfeiçoamento das apresentações aos investidores. A segunda etapa, iniciada em 9 de maio, com término em 17 de junho, desenvolve-se por meio de consultoria especializada para as empresas selecionadas. Durante essa etapa, com presença obrigatória dos sócios da empresa, ocorre treinamento individualizado dos empreendimentos com discussão, análise e aprimoramento dos planos de negócio e das apresentações aos investidores.

Informações detalhadas no Portal Capital de Risco

FAPESP lança biblioteca virtual

Agência FAPESP - A FAPESP inaugura no próximo dia 10 de maio mais um serviço para a comunidade científica e tecnológica brasileira. Trata-se da Biblioteca Virtual do Centro de Documentação e Informação da FAPESP (BV-CDi), que reúne diversas fontes de informação sobre ciência, tecnologia e inovação (C,T&I) em uma única plataforma na internet.

A partir do endereço www.bv.fapesp.br - que estará no ar a partir da terça (10/5) -, o usuário acessa diversas bases de dados referenciais de informações da FAPESP, como projetos de pesquisa, diretório de eventos e teses, além de reportagens publicadas pela imprensa sobre a Fundação e notícias gerais de C,T&I.

A inauguração será na sede da FAPESP, em São Paulo, em evento que também contará com o lançamento do livro Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação – 2004. As duas novidades integram homenagem ao professor Francisco Romeu Landi (1933-2004), que foi integrante do Conselho Superior, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo e presidente da Fundação e responsável pelos dois projetos.

O novo serviço vai contribuir para a preservação e disseminação da memória institucional da FAPESP e colaborar para aumentar a quantidade e a qualidade de conteúdos nacionais em C,T&I que circulam nas redes eletrônicas e nas novas mídias.

“A BV-CDi pretende estabelecer um modelo de biblioteca virtual de fundação de amparo à pesquisa para geração de produtos e serviços destinados à comunidade acadêmica e de pesquisa, seguindo normas e padrões internacionais de tratamento da informação e de comunicação de dados”, explica Rosaly Fávero Krzyzanowski, coordenadora operacional do projeto.

O projeto da BV-CDi está sendo desenvolvido em parceria com o Centro Latino-americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (Bireme/Opas/OMS). Outros parceiros da iniciativa são o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Sistema Integrado de Bibliotecas da USP (SIBi/USP) e o Laboratório de Jornalismo Científico (Labjor), da Universidade Estadual de Campinas. A BV-CDi abrange todas as áreas do conhecimento e está em fase inicial de armazenagem de dados.

Fonte: FAPESP

MCT prepara pacote de R$ 115 mi para TI

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) prepara um pacote que deve ultrapassar 115 milhões de reais - quase a totalidade desses recursos advinda da Lei de Informática - para beneficiar as empresas de software e microeletrônica, setores que foram incluídos na política industrial do governo Lula. Segundo o secretário de política de informática do MCT, Marcelo Lopes, o ministro Eduardo Campos lança nos próximos dias alguns editais atendendo a antigas reivindicações de empresários e acadêmicos dessas áreas.

A primeira novidade será um programa de formação de recursos humanos para software e microeletrônica, já que o Ministério avalia que o número de mestres e doutores é pequeno e, conseqüentemente, o ensino fica comprometido. Para essa iniciativa, o MCT dispõe de verba de 26 milhões de reais.

Dois grupos do Comitê da Área de Tecnologia da Informação (Cati) - um de software e outro de microeletrônica - estão analisando a melhor forma de investir esses recursos. No dia 4 de maio, quando ocorre a próxima reunião do Cati, os grupos devem apresentar suas propostas para formar e atrair profissionais qualificados em universidades e institutos de pesquisa. Se aprovadas, o MCT libera os recursos imediatamente.

Complementam o pacote do MCT dois editais para apoiar projeto universidades-empresas. Haverá um edital de 7 milhões de reais para apoiar o desenvolvimento de chips customizados para atender a industria e outro de 6 milhões de reais, também em iniciativas de parceria entre universidades e empresas, para projetos de desenvolvimento de software.

As medidas complementam um edital lançado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) no dia 28 de março que liberou 2,4 milhões de reais para bolsas com o objetivo de fixar profissionais altamente qualificados no País em institutos de pesquisa e empresas, além de outros 4 milhões de reais para apoiar grupos de excelência em pesquisa na área de TI em universidades. Empresas e institutos de pesquisa já podem entrar em www.cnpq.br e participar dos editais abertos.

Fonte: MCT



Lista tríplice para presidência

Agência FAPESP - Os membros do Conselho Superior da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) definiram nesta quarta-feira (11/5) os três nomes da lista tríplice que será encaminhada ao governador Geraldo Alckmin. O cargo em questão é o de presidente do Conselho, que automaticamente também preside a FAPESP, que estará vago a partir de junho, quando se encerra o mandato de Carlos Vogt.

No primeiro escrutínio foram registrados 11 votos para o atual presidente da Fundação, Carlos Vogt. Na segunda rodada, dois nomes surgiram como vencedores. Um deles é o do atual vice-presidente do Conselho, Marcos Macari. O conselheiro Vahan Agopyan fecha a lista tríplice. Ambos receberam 11 votos.

Poeta e lingüista, Vogt é formado em Letras na Universidade de São Paulo (USP) e professor titular em Semântica Lingüística da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desde 1969, onde foi reitor entre 1990 e 1994. Além de vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), o atual presidente da Fundação coordena o Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor), da Unicamp.

Marcos Macari é graduado em Ciências Biológicas Modalidade Médica pela Universidade de São Paulo (USP). O professor titular do Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Jaboticabal, ocupa o cargo de reitor desde o início deste ano.

O engenheiro civil Vahan Agopyan é graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Epusp), onde também ocupa o cargo de direção. Desde 1994 é professor titular de Materiais e Componentes de Construção Civil da Epusp.

Fonte: FAPESP

Tecnologia para Empreender: Regional Araçatuba abre inscrições para nova turma do Empretec

O escritório regional Araçatuba do SEBRAE-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo) abriu inscrições para o Empretec, seminário desenvolvido pelo PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento- e realizado no Brasil exclusivamente pelo Sistema SEBRAE.

Com 80 horas de duração, distribuídas em nove dias consecutivos, o Empretec é um workshop de desenvolvimento e capacitação gerencial destinado a empresários e futuros empreendedores. Seu objetivo é estimular os participantes a conhecerem e aprimorarem suas características empreendedoras, como estratégia para a condução dos seus negócios, de forma competitiva.

A metodologia usada no seminário é altamente interativa e experimental, levando o participante a identificar ou melhorar suas oportunidades empresariais; entender seu próprio comportamento ao assumir riscos calculados; apreciar a importância da persistência e o cumprimento com o contrato de trabalho; entender a relação existente entre a qualidade - eficiência - êxito empresarial; avaliar seu planejamento atual e sua capacidade para a solução de problemas; persuadir outros a cooperarem; usar redes de contatos pessoais e empresariais e desenvolver estratégias de negócios efetivas.

Para participar do Empretec, o interessado deve encaminhar ao SEBRAE a ficha de inscrição (que pode ser retirada no escritório de Araçatuba ou no site www.sebraesp.com.br e agendar uma entrevista individual conduzida por um selecionador especializado. Esta entrevista (que é gratuita e tem caráter seletivo) permitirá avaliar as características empreendedoras do candidato e traçar o perfil que subsidiará a coordenação do programa, com informações para compor o grupo que participará do workshop.

O valor do investimento para participação no Empretec é de R$ 500,00 que podem ser parcelados em até cinco vezes.

Para esclarecer melhor a metodologia do seminário, o SEBRAE Araçatuba realizará uma palestra de apresentação gratuita nesta segunda-feira, 30/05, às 19 horas, na rua Cussy de Almeida Júnior, 1.167.

Os interessados devem se inscrever pelo telefone (18) 3622-4426. A entrega das fichas de inscrição e agendamento das entrevistas podem ser feitas logo após a palestra.

A próxima turma do Empretec em Araçatuba acontecerá de 18 a 26 de junho.

Para Sergio Pinheiro Abreu, do Sebrae em Araçatuba, o sucesso empresarial não depende apenas de habilidade para o gerenciamento de negócios, mas de comportamentos e características pessoais, como iniciativa e persistência, que marcam os empresários bem sucedidos.

"O Empretec vem justamente despertar nos empresários estes comportamentos, auxiliando-os a atingir suas metas e objetivos", destaca Abreu.

Mais informações:

Sebrae-SP em Araçatuba
Fone: (18) 3622 4426

Assessoria de Comunicação Sebrae-SP

São Paulo continua líder de inscrições do Desafio Sebrae

O Estado de São Paulo continua liderando as inscrições da sexta edição do Desafio Sebrae, jogo virtual de administração de empresas destinado a universitários de todo o País. O Estado já conta com mais de mil grupos inscritos. O levantamento feito pelos coordenadores mostra ainda que no topo do ranking estão São Paulo, com 365 inscrições, seguida das cidades de Campinas, com 47 inscrições, e Ribeirão Preto, com 37.

Este ano, o jogo terá como tema floricultura. Os estudantes que participarem da competição terão de administrar a produção e comercialização de flores tropicais, em crescente difusão no Brasil.

Para João Paulo Penteado, de 19 anos, atualmente cursando o primeiro ano de Administração da Faculdade de Economia e Administração - FEA, da USP de Ribeirão Preto, a possibilidade de participar do jogo trará experiência prática para os estudantes. Em seu grupo, o Scifão, estão outros quatro colegas universitários, um cursando Administração e os demais, também no primeiro ano do curso de Economia da USP - Ribeirão.

"Para nós, vai funcionar como um complemento do curso. Vamos poder vivenciar na prática situações que teremos mais tarde como empresários. O fato de ainda estarmos na faculdade nos permitirá tirar dúvidas e corrigir erros", diz.

O estudante do terceiro ano do curso de Ciência da Computação na Unicamp, Vagner Bastos Planello, também participa pela primeira vez. A equipe é a Área 51 e reúne, além de Vagner, outros quatro colegas do curso de Engenharia Elétrica. "Nós nos interessamos pelo jogo desde de sua última edição, mas não conseguimos nos inscrever, pois as vagas já tinham sido preenchidas. Agora não perdemos tempo", diz.

"Nossa maior motivação em participar é o aprendizado que o jogo oferece. Atualmente identificamos muitas oportunidades de negócios em nossas áreas e precisamos ter noções de administração, de comportamento empreendedor, algo que nos servirá muito no futuro."

O jogo - O Desafio Sebrae tem como objetivo levar a cultura empreendedora a jovens brasileiros e, ao desafiá-los, mostrar alternativas de participar produtivamente do mercado de trabalho. Os participantes terão de dirigir a empresa, tomando decisões em todas as áreas, desde a compra de matéria-prima até o preço dos produtos, investimento em marketing, qualidade e manutenção e pesquisas.

O jogo não é apenas prático, a tomada de decisões implica em superação de obstáculos, definição de estratégias, trabalho em equipe, pesquisa, dedicação e conhecimento dos concorrentes. Enfim, em ter as características empreendedoras.

Edição renovada - Entre as novidades, as equipes vão contar com um capital virtual para iniciar o empreendimento e investir durante todo o jogo. Até o ano passado, os estudantes começavam a disputa assumindo uma empresa já constituída, ou seja, com o parque fabril montado, produção inicial e número de funcionários estipulado, entre outros elementos.

O capital que a equipe recebe no início servirá também para contratação, treinamento e investimento em pessoal. Com isso, a idéia é alertar os participantes para a importância de se investir e administrar os recursos humanos da empresa.

Outra mudança é que a cada decisão tomada, será preciso justificar a ação, possibilitando que os integrantes analisem seus passos e reflitam sobre aquilo que estão decidindo. Também será incentivada nesta edição a maior interação do participante com a administração dos recursos humanos da empresa.

As inscrições podem ser feita pelo site www.desafio.sebrae.com.br até o dia 20 de junho.

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae-SP
Tel.: (11) 3177-4905/4825

Sebrae divulga diagnóstico sobre pequenos negócios na zona leste de São Paulo

A zona leste de São Paulo é a região mais populosa da cidade, com cerca de 3,3 milhões de pessoas (33% do total paulistano e 17,76% da população da Região Metropolitana de São Paulo), segundo dados da Prefeitura de São Paulo. A População Economicamente Ativa (PEA) que vive na zona leste é composta por 1,7 milhão de pessoas, o que representa 31% do município de São Paulo. Segundo dados do Ministério do Trabalho, existem na região 93 mil empresas formais, o que corresponde a 23% das empresas do Estado de São Paulo.

Entre os 11 distritos que compõem a zona leste está o de Itaquera, uma das regiões mais violentas da cidade. Uma pesquisa realizada em conjunto pelo Sebrae em São Paulo e a Fundunesp (Fundação para o Desenvolvimento da Universidade Paulista) em 2004 e divulgada nesta quarta-feira (25), revela que a população em Itaquera é predominantemente jovem (57% com até 30 anos) e quer empreender. Cerca de 60% gostaria de se formalizar, mas não se formaliza (43% informais e 34% camelôs) em virtude da alta carga tributária, excesso de burocracia e falta de crédito.

O diagnóstico mostra também que do total de empresas existentes na região (cerca de 8,3 mil formais) 68% têm menos de 5 empregados, 40% dos chefes de família não possuem carteira assinada, 11% dos domicílios abrigam algum tipo de negócio, formal ou informal. A pesquisa foi realizada em 502 domicílios e 304 empresas, além de entrevistas com lideranças e entidades locais, levantamento de dados secundários, projetos, ações e programas já existentes na região.

O objetivo é identificar oportunidades de atuação de forma sistêmica e compartilhada com as lideranças locais e elaborar projetos que promovam o desenvolvimento efetivo dessas localidades, por meio do estímulo ao crescimento das MPEs, com ações estruturadas e apoio e articulação dos movimentos locais, focalizando áreas de exclusão social e baixo dinamismo.

O diagnóstico foi baseado na metodologia do projeto URBE - programa do Sebrae para o desenvolvimento sustentável em médias e grandes cidades e áreas metropolitanas, onde projetos pilotos já foram realizados em outras cidades como Natal, Campo Grande, Belo Horizonte, Recife, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Cerca de cem empresários, representantes do poder público, associações, escolas, e bancos lotaram o auditório da Faculdade Santa Marcelina, em Itaquera, na apresentação da pesquisa. Para o diretor superintendente do Sebrae em São Paulo, José Luiz Ricca, o estudo possibilitará estabelecer um plano de ação bem detalhado para a região mais populosa de São Paulo. "Itaquera é um pólo fundamental de desenvolvimento da área metropolitana e também é um dos pontos de atenção do Sebrae, que pretende priorizar agora as áreas metropolitanas".

Na palestra sobre o conceito de desenvolvimento local, o gerente da Unidade de Desenvolvimento Local do Sebrae Nacional, Juarez de Paula, afirmou que se surpreendeu com o fato de a população de Itaquera ser predominantemente jovem e ter menos de 20 anos no bairro.

"Isso gera uma série de condicionantes porque na verdade estamos falando de um bairro que não tem tradição histórica e não tem uma identidade muito bem definida, por ser um bairro de jovens que estão lá há pouco tempo", explicou. "Isso atrapalha a construção de tradições e conseqüentemente o desenvolvimento de uma identidade, fator fundamental para o desenvolvimento de qualquer localidade. É preciso ter um elemento distintivo de outros lugares, que valoriza o lugar, e que forma uma identificação. Então o primeiro ponto é trabalhar isso, de forma a inventar uma tradição cultural que traga identidade à Itaquera".

Para Juarez, o segundo aspecto a ser trabalhado é o nível de renda, que é relativamente baixo para os padrões de São Paulo e, portanto, um fator limitante que obriga a região a focar nos pequenos negócios. "Não existe um público consumidor tão "elástico" que permita pensar em grandes projetos. Você tem de pensar em unidades de negócios dentro desse padrão de atender um cliente que tenha essa capacidade limitada de consumo", disse.

Jorge Duarte, gestor da área de Desenvolvimento Social do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial) São Paulo, apontou a forma de atuação da entidade a partir do diagnóstico. "Uma das coisas que estamos em acordo para que o Senac possa contribuir com o Sebrae em São Paulo é na articulação das organizações do terceiro setor para que a sociedade civil se conheça e passe a decifrar este tipo de diagnóstico, se apropriar destas informações e a partir disso poder empreender novos negócios, novos projetos sociais que tragam melhoria de vida para a comunidade", disse Duarte.

O gerente do Sebrae na zona leste, Joaquim Batista Xavier Filho, concorda com Duarte e afirma ainda que o Sebrae irá criar novos produtos para o desenvolvimento da cultura empreendedora entre o público jovem, ampliar as ações de orientação e capacitação dos empreendedores e

Finep abre apoio para eventos científicos

A Finep abriu mais uma modalidade de apoio financeiro para a realização de Congressos, Seminários e Eventos Científicos. O apoio será para as iniciativas de eventos destinados, exclusivamente, a intercâmbio científico e tecnológico, divulgação e difusão do conhecimento e a discussão de temas ligados à ciência, tecnologia e à inovação.

As propostas por meio eletrônico podem ser enviadas até o dia 20 de junho. O financiamento será destinado a partir da abrangência do evento: abrangência internacional poderá solicitar um valor máximo de R$ 50 mil; abrangência nacional, R$ 40 mil; regional, R$ 30 mil; e local, R$ 20 mil.

Fonte: Finep

Bolsas do CNPq passam a ser definidas também como instrumentos de apoio às atividades de extensão e

Foi publicada, no Diário Oficial da União do dia 25, uma resolução normativa do CNPq estabelecendo as modalidades e as diretrizes gerais para as Bolsas no País.

A novidade desta resolução normativa é que as bolsas passam a ser definidas também como instrumentos de apoio às atividades de extensão inovadora e transferência de tecnologias. Fica mantida a definição de bolsa como um instrumento de apoio para a formação e capacitação de recursos humanos e incentivo à execução de projetos de pesquisa básica, aplicada ou de desenvolvimento tecnológico.

A resolução traz ainda definições sobre formas de concessão; modalidades (individuais e por quotas); acompanhamento e avaliação; e valores de bolsas.

Para ter acesso ao conteúdo completo da resolução, acesse o link http://www.cnpq.br/bolsas_auxilios/normas/rn1505.htm

Na mesma edição, foi publicada uma instrução de serviço (IS), também do CNPq, que regulamenta e estabelece procedimentos para o processo de concessão e implementação de quotas de bolsas no País e no exterior, para apoiar a pesquisa, o desenvolvimento tecnológico e a inovação no País, bem como atividades de extensão inovadora e transferência de tecnologia.

Com essa instrução, ficam revogadas a IS-003/97 de 1º de julho de 1997 e a IS-014/04 de 17 de setembro de 2004.

Veja o texto completo da nova instrução de serviço no link http://www.cnpq.br/bolsas_auxilios/normas/is0605.htm


Fonte: CNPq

CST é premiada no Fórum de Líderes Empresariais

O fórum reúne 1.100 empresários para a discussão de questões estruturais do País.

A CST recebeu, dia 18 de abril, durante a solenidade de premiação do Fórum de Líderes Empresariais, em São Paulo, três prêmios. O primeiro foi o Prêmio Imagem Empresarial 2004, concedido à companhia na categoria estadual. O presidente da CST, José Armando de Figueiredo Campos, por sua vez, recebeu dois prêmios. Ele foi eleito Líder Empresarial Estadual 2004, por voto direto de empresários e executivos, além de receber o prêmio de Líder Setorial referente à sua atuação no setor siderúrgico nacional.

Organizado pela Gazeta Mercantil, o Fórum premiou 215 líderes setoriais nacionais representando 43 segmentos de atuação na economia, além de 115 líderes estaduais eleitos por voto direto de empresários e executivos de 2004. O Fórum de Líderes Empresariais foi criado em 1977 e reúne 1.100 empresários para a discussão de questões estruturais do País. O evento de premiação reuniu cerca de 800 pessoas, entre empresários e autoridades.

Fonte: Assessoria de Imprensa CST

Comitê de Assessoramento do CNPQ( CAs) será renovado

O CNPq, agência vinculada ao MCT, está iniciando o processo de renovação de membros dos Comitês de Assessoramento (CAs). Pesquisadores, associações e sociedades científicas nacionais e entidades atuantes na pesquisa tecnológica deverão indicar membros representativos da comunidade científico-tecnológica nacional que possam efetivamente contribuir para o avanço da C&T no País e para uma melhor atuação do CNPq.

O CNPq ressalta que não se trata de uma eleição e que os assessores escolhidos não serão considerados - e não deverão atuar - como representantes de suas instituições ou de suas regiões geográficas no CNPq.

As indicações serão aceitas até o dia 6 de maio.

Para maiores informações, acesse o site do CNPq

Fonte: Assessoria de Comunicação do CNPq

Indicadores da FAPESP viram referência

Brasil, Argentina, Uruguai, Chile, Colômbia, Panamá e México. Uma missão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) está visitando todos esses países com um objetivo em comum: fazer um estudo aprofundado do impacto causado pelo financiamento em projetos de pesquisa.

"Nossa intenção é apenas avaliar o desenvolvimento de projetos de pesquisa tanto em áreas básicas como aplicadas", disse o italiano Alessandro Maffioli, pesquisador do Escritório de Avaliação e Supervisão do BID, sediado na sede do banco, em Washington, à Agência FAPESP. "Também queremos verificar como estão os processos de inovação tecnológica nas empresas."

Com a intenção de obter subsídios para o estudo, uma missão da instituição internacional esteve na sexta-feira (8/4), na FAPESP. "Um dos nossos objetivos nessa visita é conhecer melhor o trabalho feito com indicadores de ciência e tecnologia, que nos parece excelente", explica Maffioli.

Essa visita é importante, por mostrar que o trabalho feito na FAPESP não apenas está sendo reconhecido como também virando uma referência", disse Regina Gusmão, coordenadora executiva do projeto Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação em São Paulo.

Para Regina, o desdobramento de conversações como essa pode resultar na criação de uma rede de avaliação do impacto da produção científica e tecnológica na América Latina. Os indicadores podem ser consultados no site do FAPESP.Indica.

No Brasil, trabalhos como o da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com o qual o BID mantém alguns projetos de financiamento feitos em conjunto, também serão considerados pelos pesquisadores. "Em um segundo momento, no próximo ano, vamos nos voltar para as áreas agrícolas e de recursos humanos", disse Bertha Briceno, outra integrante da missão. A expectativa dos pesquisadores é que o estudo que está em curso termine em um ano.

FAPESP.Indica: www.fapesp.br/indicadores
Fonte: Agência Fapesp - Por Eduardo Geraque

MCT define metas institucionais para o primeiro semestre de 2005

Autor: Gestão C&T

Para o Programa de Gestão da Política de C&T, a diretriz aprovada é o estímulo ao desenvolvimento tecnológico e à inovação da indústria, com ênfase em setores que promovam a substituição de importações e agregação de valor em produtos nacionais.

O Programa de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social tem como diretrizes o fomento e desconcentração geográfica do Sistema de C&T. Já o Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico está orientado para promover o conhecimento científico e tecnológico para melhoria da qualidade de vida. Por último, o Programa de Apoio Administrativo, pretende promover programas de gestão e recursos humanos.

Para ter acesso à relação de metas, consulte a portaria no site abaixo. Lá, busque, nas edições anteriores, a seção 1 do dia 1º de abril, página 7.

Link Relacionado: http://www.in.gov.br

São Paulo terá seminário sobre excelência

Nos dias 30 e 31 de março, no Hotel Transamérica (Av. Nações Unidas, 18591), em São Paulo (SP), será realizado o 13º Seminário Internacional Em Busca da Excelência, com o tema A Excelência na Criação de Valor. O evento, promovido pela Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade (FPNQ), irá apresentar as melhores práticas em gestão de organizações brasileiras, premiada e finalistas do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ) 2004, e do exterior.

“As organizações irão revelar estratégias de sucesso, as melhores práticas em gestão, padrões elevados de desempenho, inovações, desafios e oportunidades de aperfeiçoamento e aprendizagem. É uma oportunidade única de contato com empresas de Classe Mundial”, afirma a superintendente da FPNQ, Ana Maria Rutta.

No painel que abre o evento, a Belgo Juiz de Fora, ganhadora do Prêmio Nacional da Qualidade® 2004 (PNQ), irá apresentar o case de excelência da empresa, nos critérios Liderança, Planejamento Estratégico, Clientes, Sociedade, Informações e Conhecimento e Pessoas, Processos e Resultados. Em seguida, serão realizadas sessões simultâneas com as finalistas do PNQ 2004, que irão abordar temas relacionados aos critérios do Prêmio.

Representantes da CPFL Paulista (Critério Processos), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de Santa Catarina - Senai/SC (Critério Clientes) e Serviço Social da Indústria da Bahia - Sesi-DR/BA (Critério Pessoas) falarão, respectivamente, sobre suas práticas de gestão que hoje são modelo nacional.

No segundo dia do Seminário, serão apresentados os cases da Politeno Indústria e Comércio (Brasil), ganhadora do Prêmio Ibero-Americano de Qualidade; da Siemens PTD Power Automation (Alemanha), que conquistou o Prize Winner in Results Orientation do European Quality Award; e da Boeing Aerospace Support (EUA), vencedor do Malcolm Baldrige National Quality Award. Os cases das empresas nacionais serão apresentados por meio de duas temáticas: Gestão de Risco Empresarial – Redecard, Embraer e Gerdau –, e Capital Intelectual – Suzano e Promon.

A FPNQ, entidade privada e sem fins lucrativos, fundada em outubro de 1991 por 39 organizações privadas e públicas, tem como missão “promover a conscientização para a busca da excelência na gestão e disseminar conceitos e fundamentos relativos às práticas bem-sucedidas nas organizações, por meio dos Critérios de Excelência do Prêmio Nacional da Qualidade”.

O objetivo estratégico da Fundação é contribuir para a elevação do nível de competitividade das organizações com o conseqüente benefício para toda a sociedade brasileira. A instituição desenvolve várias iniciativas, destacando a administração do Prêmio Nacional da Qualidade® (PNQ) e todas as atividades decorrentes do processo de premiação em todo o território nacional, além de fazer a representação institucional externa do PNQ nos fóruns internacionais e junto a outros organismos voltados à qualidade e metodologias de gestão em todo o mundo.

A instituição realiza também um intenso calendário anual de atividades, incluindo seminários, workshops, cursos, palestras, comitês temáticos, edita publicações, transferência de tecnologia e chancela a prêmios, com o objetivo de ampliar a difusão do conhecimento sobre a excelência da gestão.

Informações: Mariana Turkenicz – (51) 8121.7062 / 9979.9380
Enfato Comunicação Empresarial - (51) 3333.7832/ 3333.9912

Feiras: Alimentos e Tecnologia agitam o calendário do mês de junho

Duas oportunidades de negócios para empresas dos setores de alimentação e tecnologia agitam o mês de maio no calendário de feiras apoiadas pelo Sebrae-SP. É a Fispal Tecnologia - Feira Internacional de Embalagens & Processos Industriais, que acontece de 23 a 26 de maio, e a Fispal Alimentos - Feira Internacional de Alimentos, que acontece de 7 a 10 de junho, ambas no Anhembi, em São Paulo.

Na Fispal Tecnologia, o Sebrae-SP vai apoiar a participação de 41 empresas em estandes que variam de 15 m² (R$ 4.442,40) a 25m2 (R$ 7.404). Para a Fispal Alimentos serão 46 expositores em estandes entre 15 m² (R$ 4.288,05) e 20m2 (R$ 5.717,40). Essas empresas contarão com subsidio de 40% do custo dos estandes, além de ampla infra-estrutura de apoio, como sala para reuniões, telefone e fax, acesso à Internet, suporte técnico e recepcionistas. O pacote inclui montagem, segurança, limpeza e energia elétrica.

A feira voltada para a tecnologia está dividida em dois setores: Fispack, que reúne toda a cadeia de fornecedores de embalagens, desde equipamentos e insumos até importantes serviços como design e reciclagem. E o Processa, que traz as mais novas tecnologias para o processamento de alimentos, com destaque para carne, refrigeração e equipamentos para laboratórios.

Em 2004, a Fispal Tecnologia gerou negócios em torno de R$ 4,8 bilhões com 1,7 mil expositores e 71 mil visitantes de 12 países e 10 Estados. O Sebrae-SP levou 53 empresas em 835 m2 de estande.

Equipar, treinar e abastecer o pequeno varejo nacional, oferecer novas ferramentas e fornecedores ao grande varejo, e ainda incentivar a exportação de produtos com valor agregado. Esses são os principais objetivos da Fispal Alimentos, que este ano estará dividida em dois setores: Alimentos & Bebidas e Restaura Hotel.

O segmento de Alimentos & Bebidas reunirá empresas de todos os portes, de várias regiões do Brasil e do exterior, que apresentarão seus produtos para atender à crescente demanda de bares, confeitarias, fast-food, hospitais, hotéis e restaurantes, além do atacado e varejo nacional.

No Restaura Hotel, estarão reunidas empresas de equipamentos, acessórios e serviços para refrigeração, preparo e automação comercial.

O setor vai compreender a Feira do Café, Equipamentos para Panificação, Confeitaria e Sorveterias, Cozinhas Profissionais, Refrigeração Comercial, Automação Comercial e Embalagens para Delivery.

A edição passada da Fispal Alimentos foi visitada por mais de 57 mil profissionais de 5 países e 12 estados diferentes, que realizaram R$ 2 bilhões em negócios.

Fispal Tecnologia - Feira Internacional de Embalagens e Processos Industrias
Data: de 23 a 26 de maio, das 10h às 19h
Local: Anhembi
Fispal Alimentos - Feira Internacional da Alimentação
De 7 a 10 de junho, das 14h às 22h
Local: Anhembi

Pequenas também podem ter programas de qualidade de vida

Abrindo 2005 com o objetivo de divulgar tendências, provocar discussões e formar opiniões balizadoras de estilo de vida, padrões e ambiente saudáveis nas empresas, a Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV) adotou para este ano o tema "Qualidade de Vida - O quanto é possível nas pequenas, médias e grandes empresas". Em sua primeira Reunião Mensal de 2005, que aconteceu no auditório do Sesc Paulista, a associação reuniu diversos profissionais para discutir o tema "Como promover os programas de qualidade de vida nas pequenas e médias empresas", apresentado pelo vice-presidente da ABQV, Alberto J. N. Ogata.

Ogata abriu sua apresentação dando definições de pequena e média empresa: micro empresa é aquela que tem uma receita bruta de até R$ 433.755,14, com até 19 funcionários (indústria) ou 9 funcionários (serviços e comércio). Já a pequena empresa tem uma receita bruta anual de R$ 2.133,222,00, tem até 99 funcionários (indústria) ou 49 funcionários (serviços e comércio). Dados de 2002 apontam que 93,6% são micro empresas, 5,6% pequenas, 0,5 médias e apenas 0,3% das empresas brasileiras são de grande porte.

Segundo pesquisa americana realizada pela Health Promotion and Substance Abuse Prevention, 64% das empresas pesquisadas têm empregados doentes; em 87% das empresas havia pelo menos um fumante; em 73% pelo menos um trabalhador com ansiedade e depressão. Além disso, 90% dos empresários escutados pela pesquisa acreditam que o stress afeta a produtividade do empregado, 70% relatam que os empregados trazem problemas pessoais para o trabalho e 50% relatam que a incapacidade de resolver problemas pessoais podem comprometer a produtividade ou aumentar o risco de acidentes no trabalho.

Vendo este cenário, é mais do que preciso pensar em programas de qualidade de vida para as MPE's. Segundo Ogata, programas de qualidade de vida melhoram a produtividade, segurança, moral, satisfação do trabalhador e imagem da companhia, o que pode aumentar as vendas e os lucros. Este investimento ainda gera redução nos custos de assistência médica e menos problemas com absenteísmo, turnover, acidentes de trabalho, dependência química ou relacionados com saúde mental.

Entre as vantagens de se implantar programas pequenas empresas, são: gestor mais acessível, maior facilidade para planejamento e implementação de programas, maior facilidade para manutenção de ambientes limpos, organizados e com menor risco ambiental, menor necessidade de recursos para comunicação, interdependia entre empregados, entre tantas outras.

Ogata ressaltou que ainda há desafios a serem superados pelas MPE's. Sem dúvidas os impostos e taxas altas ainda são uma barreira para se pensar em qualidade de vida, fazendo com que exista uma baixa prioridade pelos gestores para o assunto. Além disso, existe a falta de tempo dos empregos, haja visto que parte dos empregados ficam tempo parcial, são terceirizados, temporários ou prestadores de serviços.

Ogata finalizou que o grande desafio será contornar a dispersão geográfica da força de trabalho, o maior número de empregados sem assistência médica, menor nível sócio-econômico dos empregados, além de ter de administrar baixas margens de lucro para investimentos em programas para empregados. Entre as estratégias sugeridas estão: atuar inicialmente com empregados de alto-risco e gradualmente incorporar o restante da força de trabalho; procurar soluções customizadas para cada empresa; desenvolvimento de soluções e programas específicos para a MPE; e procurar envolver entidades de classe.

Indel Bauru é exemplo

A reunião também contou com a apresentação do case "Gestão na Qualidade de Vida", da Indel Bauru, empresa vencedora do Prêmio SESI Qualidade no Trabalho - Categoria Pequena Empresa. A apresentação foi feita por Eduardo Maio, gerente de marketing da Indel Bauru, e Alex Vicente de Carvalho, gestor de qualidade.

Com gestão baseada na relação de integração total entre direção e funcionários, a Indel Bauru se organiza sem uma hierarquia, ou seja, sem chefes, dando autonomia total às equipes. Atualmente conta com 60 empregados e mantém parceria com o presídio de Bauru, fazendo com que 70 presos componham a força de trabalho.

Em parceria com a Fiesp, oferece plano de saúde a seus funcionários, mantém programa de ergonomia e ginástica laboral, programa de segurança com a Cipa e programas de preservação do meio ambiente. Atualmente 54% dos funcionários têm nível médio de estudos e 5% são universitários, graças ao programa de educação da empresa. Além de horários flexíveis para estudos, a Indel Bauru ainda paga cursos de capacitação profissional.

Entre as ações promovidas ainda estão festas de final de ano, café da manhã, participação de funcionários em feiras de negócios, entre outros.

Fonte: Canal Executivo
Enfato Comunicação Empresarial
* O conteúdo deste texto é de inteira responsabilidade da fonte citada.

Tecnologia 100% nacional

O projeto “Produção de Hidrogênio por Reforma a Vapor de Etanol” conta com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e com apoio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), por meio da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig).

“Ao queimarem o bagaço proveniente da produção de álcool, o vapor gerado nesse processo, ao reagir com o etanol, causa uma reação que vai gerar hidrogênio”, explicou José Luiz Silveira, coordenador do projeto, à Agência FAPESP. Segundo ele, o processo geral também produz monóxido de carbono (CO) e gás carbônico (CO 2), que são eliminados por sistemas catalíticos.

“O hidrogênio é uma fonte inesgotável de energia limpa. Sendo o etanol um combustível renovável, por ser originado da biomassa (cana de açúcar), o hidrogênio obtido neste processo também pode ser considerado renovável”, disse.

O fato do hidrogênio se transformar em eletricidade quando ocorre a reação com o oxigênio dentro das células a combustível aumenta a importância dessas pesquisas. “Em um futuro próximo, teremos carros elétricos movidos a células a combustível. E esta tecnologia vai precisar do hidrogênio, via usinas de açúcar e álcool”, ressalta o professor da Faculdade de Engenharia (FE) da Unesp, em Guaratinguetá.

A inovação está sendo desenvolvida por meio de testes experimentais com reformadores de etanol, equipamentos próprios para a produção do hidrogênio. Essas máquinas podem ser instaladas em usinas de cana-de-açúcar. O Gose construiu dois protótipos. Um em funcionamento no laboratório da Unesp, em Guaratinguetá, e outro que será instalado no Laboratório de Hidrogênio da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), em Belo Horizonte (MG).

Os resultados são animadores: os dois reformadores de etanol chegam a produzir até três metros cúbicos de hidrogênio por hora, suficiente para alimentar células a combustível de até 5 quilowatts (kW). “Nós chegamos a um índice de conversão de etanol para hidrogênio acima de 60%”, disse Silveira, lembrando que equipamentos com essa potência são capazes de suprir as necessidades de uma residência com até seis pessoas.

"Com base nesses resultados, o grande objetivo agora é buscar parcerias junto a agências de fomento e concessionárias interessadas em financiar a instalação de um grande reformador em uma usina de açúcar e álcool”, disse. “A proposta é colocar a indústria sucroalcooleira brasileira na disputa pelo mercado de hidrogênio para atender aos postos de gasolina do futuro.”

Fonte: Agência FAPESP de Notícias

Santana de Parnaíba inaugura incubadora de empresas

Na próxima terça-feira (1/3), presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas e São Paulo) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, o superintendente do Sebrae-SP, José Luiz Ricca e o prefeito de Santana de Parnaíba, José Benedito Pereira Fernandes, inauguram, às 13 horas, a incubadora de empresas do município.

De base mista, o espaço de 1.200m2 hospedará oito empresas voltadas para a tecnologia e para o setor tradicional, e pretende gerar 45 postos de trabalho diretos e mais de 30 indiretos.

Segundo o gerente do escritório regional do Sebrae-SP, Mauro Quereza Filho, a incubadora será uma grande oportunidade para a geração de emprego e para o fortalecimento da economia local. "Além disto, funcionará na incubadora o Posto de Atendimento ao Empreendedor, o PAE, que fornecerá uma assessoria técnica e gerencial maior às empresas incubadas", explica Quereza. No PAE os empreendedores de Santana de Parnaíba e região encontram também informações e orientações para abrir ou fortalecer a empresa.

Os objetivos do posto vão além da capacitação e prestação de serviços: quer ajudar a desenvolver não apenas os pequenos negócios, mas a criar um ambiente favorável ao crescimento e sustentação desses negócios. Na prática, significa trabalhar projetos integrados de capacitação e desenvolvimento local.

Prefeitura, Associação Comercial e Empresarial, Ciesp regional e o Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco são os parceiros do Sebrae-SP na iniciativa.

Desenvolvimento - O principal objetivo do Programa de Incubadoras é estimular a criação e o fortalecimento de empresas inovadoras - os ambientes são planejados para permitir que os empresários ousem em produtos e serviços.

Hoje o Sebrae-SP apóia 60 incubadoras que juntas abrigam cerca de mil empresas e geram mais de 4 mil empregos.

Serviço:

Inauguração da Incubadora de Empresas de Santana do Parnaíba
Dia 1/3, terça-feira
Horário: 13h
Local: Av. Tenente Marques, 5.405 - Bairro Fazendinha - Santana de Parnaíba

Mais informações:
Sebrae-SP/ER Osasco
Tel: (11) 3682-7100

Assessoria de Imprensa Sebrae-SP
Mirella Barbosa
Tel: (11)3177-4904
mirellab@sebraesp.com.br

Skaf e Ricca destacam apoio à inovação tecnológica em visita a incubadora de São José dos Campos

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae-SP (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo) e da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, e o diretor-superintendente do Sebrae-SP, José Luiz Ricca, destacaram nesta sexta-feira (25/02) a importância do estímulo à inovação tecnológica entre as micro e pequenas empresas para o desenvolvimento do Estado e do País, durante visita à Incubadora Tecnológica Univap, de São José dos Campos, na qual Sebrae-SP e Fiesp são parceiros, ao lado da Universidade do Vale do Paraíba (Univap).

"É preciso incentivar esses talentos, dar-lhes condições de acesso à pesquisa e à tecnologia, para aumentar a qualidade de processos e a competitividade, o que por sua vez é fundamental para São Paulo e para o Brasil", destacou Skaf.

Em São José dos Campos, Sebrae-SP e Fiesp/Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) são parceiras em duas incubadoras de base tecnológica: além da Univap, que conta com nove empresas, também a Refinaria do Vale do Paraíba (Revap), com cinco empresas.

Até o final do ano, está prevista a inauguração de mais duas na região, uma de base tecnológica e outra de base mista, que também contarão com o apoio das duas entidades.

Outra iniciativa de apoio ao desenvolvimento tecnológico na região será a criação do Parque Tecnológico da Univap, que abrigará inicialmente 30 pequenas empresas, seis delas graduadas pela incubadora da Univap.

Com inauguração prevista para abril, a iniciativa objetiva promover o desenvolvimento de projetos inovadores que contribuem para o crescimento econômico do Vale do Paraíba. A região desponta hoje como um importante pólo industrial e tecnológico, onde estão concentradas algumas das mais importantes empresas do País, como Embraer, General Motors, Johnson&Johnson, Philips do Brasil, Kodak, Monsanto, Petrobrás, entre muitas outras.

"Tecnologia e inovação tecnológica serão a base do desenvolvimento nesse novo século, que será marcado pelo aumento da competitividade", disse Ricca. "Por isso é fundamental esse tipo de estímulo. Nós no Sebrae-SP estamos analisando a otimização dos projetos em andamento, para que possamos alavancá-los ainda mais."
No Estado de São Paulo, o Sebrae-SP apóia 60 incubadoras que juntas abrigam cerca de mil empresas e geram mais de 4 mil empregos. O principal objetivo do Programa de Incubadoras é estimular a criação e o fortalecimento de empresas inovadoras - os ambientes são planejados para permitir que os empresários ousem em produtos e serviços.

Na Univap, Skaf e Ricca visitaram empresas e conversaram com empresários, entre eles Cláudio Augusto Sampaio Filho, da Intercientífica, empresa que desenvolve kits para exames de triagem pré-natal e está em fase de graduação, passado integrar o quadro de empresas do Parque Tecnológico da Univap. Outra empresa é caçula da incubadora, a Ser Apis, criada pelo biólogo e geneticista molecular Francisco Ângelo Fernandez Moral, que realiza beneficiamento e pesquisa com pólen para a indústria farmacêutica.

Após a visita, Skaf e Ricca participaram da cerimônia de inauguração do Núcleo de Processos Químicos Industriais da Escola SENAI Luiz Simon, em Jacareí.

Mais informações:
Assessoria de Imprensa Sebrae-SP
Beatriz Vieira
Tel.: (11) 3177-4825
beatrizv@sebraesp.com.br

Inovação é o eixo da nova Política Industrial

Um único programa de desenvolvimento que reúna medidas de apoio financeiro, tecnológico, logístico, comercial e estrutural, com direito a uma boa pitada de inovação e visão de futuro. O que pode parecer algo inexeqüível à primeira vista, começou a se tornar realidade com a nova Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Eletrônico (PITCE), lançada no dia 31 de março, pelo governo federal.

São 57 as medidas anunciadas – 22 das quais com atuação direta do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) – que têm como eixo central a inovação. Porém, esta não é uma obra acabada. A política se desdobrará em novas medidas, por meio da ação integrada dos organismos governamentais, em diálogo permanente com o setor privado e a comunidade científica.

Estão previstos já para este ano, R$ 15,05 bilhões em recursos destinados ao PITCE. Deste total, R$ 14,5 bilhões são provenientes do BNDES, Banco do Brasil e MCT/Finep.

A PITCE foi recebida positivamente pelos empresários. Para o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, "o governo adotou uma agenda de bom senso e uma política macroeconômica direcionada ao crescimento, que reflete de forma inequívoca uma postura responsável". Armando Neto destacou ainda a importância da Lei de Inovação. "Quero também registrar o tratamento lúcido e focado que o ministro Eduardo Campos, recém chegado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, deu à Lei de Inovação. Sobretudo conseguindo traduzir o marco conceitual novo que é de incorporar a compreensão de que a empresa é um ambiente fundamental nesse processo de inovação", ressaltou.

E um dos instrumentos previstos no PITCE é justamente a Lei de Inovação, que irá consolidar o relacionamento entre as instituições de pesquisa, universidades e as empresas. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, "será um marco regulatório. A Lei irá consolidar essa relação permitindo, por exemplo, o uso equipamentos partilhados".

Fonte: MCT

Disputas atrasam apoio à inovação nas empresas

Disputas entre o governo federal, a indústria e a comunidade acadêmica ameaçam comprometer a aplicação de um dos principais instrumentos de apoio à inovação tecnológica lançados pelo governo no ano passado, uma subvenção que permite financiar projetos da iniciativa privada com transferências diretas de recursos públicos.

Essa subvenção foi criada por um dispositivo da Lei de Inovação, aprovada no fim do ano. Ela permite que dinheiro do orçamento federal seja doado para empresas que submeterem à avaliação do governo projetos de desenvolvimento de produtos ou processos produtivos inovadores. A única exigência é que as empresas financiem parte do projeto com recursos próprios.

As dificuldades apareceram quando os ministérios envolvidos passaram a discutir o decreto que definirá o tamanho da parcela que será destinada à iniciativa privada e tratará de outras questões deixadas em aberto pela Lei de Inovação. Uma versão preliminar do decreto que circulou no fim do ano previa que 40% do dinheiro do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) seria destacado para financiar as subvenções.

Fonte: Valor Econômico

Vocabulário Básico de Recursos Naturais

Uma publicação que pretende fazer com que pesquisadores de diferentes regiões do Brasil falem a mesma língua. Essa é a proposta da segunda edição do Vocabulário Básico de Recursos Naturais, lançado no final do ano passado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O livro reúne verbetes técnicos relacionados à área ambiental. O objetivo é explicar, de maneira simples e concisa, o significado de termos usados em disciplinas como agronomia, astronomia, biologia, botânica, cartografia, climatologia, cristalografia, ecologia, engenharia florestal, física, fitogeografia, geologia, geomorfologia e silvicultura.

O primeiro volume do dicionário foi lançado em 2002 com 2,5 mil definições que incluíam curiosidades como “feto” (tipo de planta) ou “suíte” (tipo de formação rochosa). A segunda edição é resultado de uma grande revisão feita para adequar alguns termos a conceitos científicos atuais. Mais de 300 novos verbetes foram incluídos, referentes principalmente aos campos da zoologia, da paleontologia e dos indicadores ambientais.

“O livro é dividido em dicionário, glossário e vocabulário”, disse o biólogo Celso José Monteiro Filho, coordenador da área de Recursos Naturais do IBGE, à Agência FAPESP. “O dicionário dá o significado da palavra, enquanto o glossário e o vocabulário conceituam os termos e os inserem em uma determinada ciência ou trabalho científico”, explica.

O Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente está disponível em formato impresso e com um CD-ROM interativo, a R$ 30.

Mais informações: IBGE

Sebrae em São Paulo capacita profissionais das escolas de samba

São Paulo - Profissionalizar os prestadores de serviços do Carnaval de São Paulo e ampliar as oportunidades de negócios. Esse é o principal objetivo do SP Samba, programa criado pelo Sebrae em São Paulo (Sebrae-SP) e realizado em parceria com a Prefeitura de São Paulo e a Liga das Escolas de Samba.

Em um campo no qual a criatividade, o improviso e o ritmo parecem reinar, o Sebrae-SP realiza as capacitações, por meio de oficinas Sebraetec, cursos sobre liderança e empreendedorismo e palestra sobre cooperativismo, entre outros. Também está prevista a realização de outra Rodada de Negócios com Artigos para o Carnaval e uma Feira de Negócios com produtos feitos pela comunidade das escolas, uma espécie de feira de artesanato.

Além de continuar com a capacitação nas escolas Mocidade Alegre, Vila Maria, participantes do projeto-piloto, Rosas de Ouro e X9 Paulistana, o SP Samba começa a capacitar integrantes das Escolas Unidos do Peruche, Camisa Verde e Branco e Acadêmicos do Tatuapé. As capacitações começam em março.

Balanço

Em 2004, o programa realizou mais de 670 capacitações nas escolas Mocidade Alegre, Rosas de Ouro, Unidos da Vila Maria e X9 Paulistana. Além disso, foi realizada a primeira Rodada de Negócios com fornecedores de materiais para o carnaval (em setembro), que contou com a participação de oito escolas de samba e 20 indústrias fornecedoras de madeira, tecido, cordões em geral, isopor e plumas.

Outra novidade do programa foi a palestra de sensibilização para o Turismo Receptivo com participação de cinco escolas de samba da zona norte, além da realização do PAS (Programa de Alimentos Seguros), com 10 ambulantes que trabalham no entorno da Rosas de Ouro, com certificação em higiene alimentar.

Outra contribuição do programa para as escolas foi a cooperativa de criadores de avestruz interessados e com condições de atender à demanda das escolas de samba, que normalmente importavam esse produto.

Projeto-piloto

A Mocidade Alegre e a Unidos da Vila Maria receberam o projeto-piloto do SP Samba. Entre os resultados estão a criação de um departamento de marketing na escola Mocidade Alegre, campeã do Carnaval 2004. O departamento fez com que a Mocidade acertasse o compasso, aumentando o número de fantasias vendidas para o Carnaval 2004.

"Os cursos que fizemos eram voltados para a gestão da Mocidade. Este foi o nosso primeiro passo: organizar nosso dia-a-dia para depois começar a profissionalização", afirma Erica Ferreira, que, além de trabalhar na parte administrativa da Mocidade Alegre, é porta-bandeira, coreógrafa e diretora dos projetos sociais da escola.

Outro benefício trazido pelos cursos foi a melhor comunicação sobre as alas da escola, sem falar na construção dos carros alegóricos, que também é alvo de oficinas do SP Samba. "O departamento de marketing nos deu maior clareza quanto às alas e à venda de fantasias de cada uma. Além do maior controle das vendas, esclarecemos aos participantes do desfile, na hora da venda, o significado e a importância de cada ala para a escola."

Mais informações:
Assessoria de imprensa Sebrae-SP
Fabiana Iñarra
Tel: (11) 3177-4905

Okamotto assume o Sebrae em cerimônia prestigiada por Lula

A nova diretoria do Sebrae Nacional e do Conselho Deliberativo da instituição tomou posse, nesta terça-feira (18), em uma cerimônia bastante concorrida, que contou com a presença do presidente Luiz Inácio da Silva, de dez ministros, entre eles, o da Casa Civil, José Dirceu, parlamentares, representantes de instituições financeiras e de entidades empresariais. O deputado Armando Monteiro Neto foi empossado presidente do Conselho Deliberativo Nacional do Sebrae; Paulo Okamotto, presidente da entidade; Luiz Carlos Barboza e César Rech, respectivamente, diretor-técnico e diretor de Administração de Finanças da instituição.

O auditório de 400 lugares do Hotel Blue Tree foi insuficiente para acomodar todos os presentes. Pelo menos outras 200 pessoas assistiram à cerimônia por um telão instalado no saguão do hotel. Autoridades e parlamentares presentes, entre eles, os ministros da Agricultura, Roberto Rodrigues, e o líder do governo na Câmara dos Deputados, Professor Luizinho, justificaram as presenças pela importância do Sebrae no suporte e fortalecimento de um segmento indispensável à sustentação do desenvolvimento econômico e social do País. O presidente Lula estava acompanhado de Dona Marisa.

O ex-presidente do Sebrae, Silvano Gianni, foi o primeiro a discursar. Ele destacou, como um dos principais resultados de sua gestão, a elaboração do projeto da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, já em discussão pelo governo, que representará um marco divisor na implementação de políticas de estímulos ao segmento. Também destacou a formatação, em conjunto com o Ministério do Desenvolvimento, do Programa Nacional de Arranjos Produtivos Locais que já possibilitou aumento no faturamento, na produção e na geração de empregos em 250 aglomerados de empresas.

O novo presidente, Paulo Okamotto, fez um apelo aos parlamentares presentes para que dediquem atenção especial ao projeto da Pré-Empresa, encaminhado pelo governo, em setembro, ao Congresso. “Além de sua enorme importância no combate à informalidade, a aprovação desse projeto vai consolidar conceitos que representarão uma virada no campo das políticas públicas direcionadas para os pequenos negócios” – afirmou.

O presidente do CDN, deputado Armando Monteiro, conclamou todas as entidades empresariais a lutarem pela aprovação o mais rápido possível da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, que tem como centro o Super Simples, um novo regime tributário para o segmento, unificado nas três áreas de governo (União, estados e municípios) e simplificado. Também reivindicou que o governo atualize, o mais rapidamente possível, os atuais limites para que as empresas se enquadrem no Simples como micro ou pequenas, congelados há oito anos.

Clara Favilla

Fonte: Agência Sebrae

Lula diz que Sebrae é a bússola dos pequenos negócios

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que o Sebrae desempenha o papel de uma bússola para os empreendedores de todo o País. O Sebrae – explicou – com sua experiência de 30 anos e grande capilaridade – tem cerca de 600 postos de atendimento no País, orienta quem quer produzir ou comercializar, na escolha do negócio mais adequado e no entendimento das regras do mercado.

“Orgulho-me do Sebrae como presidente e como cidadão”, disse Lula, ao discursar na cerimônia de posse do presidente do Conselho de Deliberativo Nacional (CDN), Armando Monteiro Neto, do presidente Paulo Okamotto e dos diretores da instituição, Luiz Carlos Barboza e César Rech.

Lula ressaltou que o Sebrae será cada vez mais importante nesse novo ciclo de crescimento sustentado do Brasil. Isso porque as ações da instituição possibilitam que os empreendedores aproveitem oportunidades de negócios no mercado interno e externo.

O presidente ressaltou que é amigo pessoal de Okamotto, de longa data e, por isso, conhece a sua capacidade de trabalho e de cobrança. “Okamotto é um amigo de muitas lutas e também de derrotas. A sua experiência administrativa é de tesoureiro do Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, cargo que não é pouca coisa. Se ele imprimir no Sebrae o ritmo de trabalho que tinha no Sindicato, a gestão dele será coroada de sucesso”, afirmou.

Lula fez duas outras recomendações ao amigo: não se intimidar e procurá-lo no Palácio do Planalto para sugerir medidas que precisem ser tomadas em favor dos pequenos negócios e colocar a inteligência na ponta da chuteira para marcar os gols necessários.

Exemplo de consolidação democrática

O presidente Lula também desejou boa sorte à frente do Sebrae ao presidente do CDN, Armando Monteiro, ao diretor-técnico, Luiz Carlos Barboza, e ao diretor de Administração e Finanças, César Rech. Também agradeceu a lealdade do ex-presidente do Sebrae, Silvano Gianni, que ocupou o cargo por indicação do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, nos últimos dias da transição de governo. Em contrapartida, Okamotto foi indicado para a diretoria de Administração e Finanças, agora ocupada por Rech.

Segunda Lula, a convivência produtiva de Gianni e Okamotto nos últimos dois anos, no Sebrae, foi um exemplo, na prática, de consolidação da democracia. Essa convivência, avaliou, tornou possível a cerimônia de posse da nova diretoria, uma “verdadeira salada de fruta que reuniu importantes representantes do governo, Congresso, empresariado e de vários segmentos da sociedade.”

Clara Favilla

Fonte: Agência Sebrae

Não há lugar para os pessimistas, diz Lula

Durante a cerimônia de posse da diretoria do Sebrae, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “não há lugar, neste momento histórico, para os pessimistas, para os que não acreditam que o País vai continuar gerando mais emprego, mais renda, mais oportunidades”. Ele disse que, só neste mês de janeiro, recebeu mais informações de empresários sobre investimentos do que em seis meses de 2004, que já foi um ano bastante promissor. O presidente avaliou que o Brasil certamente aumentará o espaço para as exportações, dando sustentação ao crescimento econômico. “Em julho, durante uma semana, vamos mostrar em Paris nossos produtos, com feiras de frutas e de pequenos negócios. O mais interessante é que os franceses pediram que escrevêssemos Brasil como escrevemos e falamos em português: Brasil e não Brésil.”

Márcia Gouthier

Fonte: Sebrae

FINEP aumentou em 119% o número de projetos contratados em 2004

A Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, executou um orçamento de R$ 630,8 milhões no ano passado. Além disso, a FINEP aumentou em 119% o número de projetos contratados: foram 957 em 2004, contra 437 em 2003.

Para obter esse desempenho em 2004, a FINEP agilizou seus processos de tramitação de projetos, fazendo com que todo um processo que vinha levando seis meses para ser implementado (entre aprovação, assinatura e implementação dos projetos) fosse reduzido para dois meses e meio. A lista dos 957 projetos contratados não inclui cerca de 300 eventos que também foram financiados pela FINEP no ano passado.

Informações Adicionais: Finep

Calçadista terá R$ 25 milhões para promover exportação

Da Agência CNI

Brasília - A Agência de Promoção das Exportações (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) renovaram o acordo que visa a promoção comercial do calçado nacional no exterior. Denominado Brazilian Footwear, o projeto, que entra em sua terceira fase, receberá investimentos dos setores público e privado de R$ 25,5 milhões neste ano.

A meta é elevar as exportações de US$ 1,8 bilhão registrado em 2004 para US$ 2 bilhões até o final do ano. O número de empresas da base exportadora também deverá aumentar para 1.100 até o término do projeto, 6% a mais que o ano passado.

O projeto visa ainda aumentar o preço médio de venda do par, o número de países de destino das exportações brasileiras de calçados e o grau de especialização das empresas produtoras na gestão do processo exportador.

Nesta nova etapa do projeto, o calçado nacional irá participar de eventos na Europa Central e do Leste, como a Rússia. Está prevista, ainda, a participação em eventos na Alemanha, Estados Unidos, Itália, Espanha e França, missão comercial para a Austrália, Projeto Vendedor na Argentina, Venezuela, Colômbia, Peru e Chile, e Projeto Comprador na Couromoda e na Francal (ambas em São Paulo) e nos principais pólos regionais.

Para renovar o convênio, a Apex-Brasil fez um levantamento dos resultados do Brazilian Footwear no biênio 2003-2004. Segundo Heitor Klein, diretor-executivo da Abicalçados os dados registrados nesses dois anos apontam que as iniciativas foram positivas para as indústrias e ampliaram a atuação do setor em vários países.

O Brazilian Footwear prevê a realização de atividades de promoção internacional, como missões prospectivas em países ou regiões promissores. O programa inclui o Projeto Comprador e o Projeto Imagem, em que importadores e formadores de opinião visitam o Brasil para conhecer o potencial das empresas. Além disso permite a participação das indústrias em feiras, desfiles e campanhas de comunicação internacionais.

Serra Gaúcha produz vinhos e espumantes com tecnologia especial

Famosa por sua produção de uvas, a região da Serra Gaúcha também está sendo o celeiro de grandes fabricantes de vinhos e espumantes. Prova disso é o Centro Federal de Educação Tecnológica de Bento Gonçalves, que tem conseguido desenvolver uma tecnologia especial para o setor.

Com aulas de produção de vinhos, os alunos estão colocando em prática as orientações recebidas durante o curso. Para o enólogo e professor do centro, Júlio Menegasso, o Cefet já produz 600 mil litros de vinho por ano.

"O aluno tem o acompanhamento de um professor. Eu dou a parte teórica, depois vem a prática. Pegam a uva, recebem a uva, colhem a uva, esmagam. Tem a parte de elaboração, de fermentação, estocagem, de fermentação no caso do espumante. Então, é refermentado, colocado na garrafa. Todo esse acompanhamento é o aluno que faz, com a supervisão minha. Com isso ele consegue ter um conhecimento teórico e prático, que é o mais importante", explica Julio.

O centro ainda conseguiu ter seu trabalho reconhecido no Segundo Concurso Internacional de Vinhos do Brasil. Os alunos do Cefet levaram a medalha de ouro pela fabricação do espumante CVE Brut.

Contato: Júlio Meneguesso – professor do Cefet – tel: (54) 452-2200/452-6289

Modelo de gestão do PNQ será repassado às MPEs

Foi firmado em dezembro passado um convênio entre a Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade (FPNQ) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) para que micro e pequenas empresas (MPEs) tenham acesso ao modelo de gestão do Prêmio Nacional da Qualidade (PNQ).

O acordo terá duração de um ano e prevê a capacitação de 30 mil empreendedores e 100 multiplicadores do Sebrae com o modelo de gestão do PNQ.

Pesquisa realizada pelo Sebrae - Fatores Condicionantes e Taxa de Mortalidade de Empresas no Brasil - mostra que 32% das MPEs extintas no País, nos últimos quatro anos, não procuraram qualquer tipo de assessoria para a condução ou gerenciamento da empresa. O mesmo estudo mostrou ainda que as MPEs brasileiras morrem mais devido a falhas gerenciais que por problemas conjunturais ou taxação tributária.

No âmbito do convênio serão implementadas diferentes ações para desenvolver e implementar programas de gestão empresarial e de capacitação de lideranças e executivos de organizações e de micro e pequenas empresas.

Mais informações pelo telefone (51) 333-7832 e no site www.fpnq.org.br .
(Com informações da FPNQ).

Autor: Gestão C&T

Beneficiamento de hortaliças pode diminuir desperdício

A pesquisadora do Departamento de Agroindústria, Alimentos e Nutrição da Esalq, Lucimeire Pilon, publicou um estudo sobre métodos de corte e armazenagem para cenouras, pimentões e para a combinação de batatas e vagens. O objetivo é diminuir o desperdício de vegetais fora do padrão estético exigido pela comercialização in natura e aumentar os lucros dos produtores agregando valor ao produto final.

Saiba mais: Agência USP.

Software nacional para Mecânica Estrutural e Dinâmica dos Fluidos

Um grupo da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Unesp está desenvolvendo um software calcular o efeito do fluxo de fluidos (normalmente ar e água) em estruturas (aviões e navios, por exemplo). De acordo com o líder do projeto, Marco Antonio Piteri, o objetivo é tornar a tecnologia disponível em domínio público e substituir produtos semelhantes importados e caros.



Mais detalhes: Unesp.



Inovação tecnológica chega à pequena empresa no Paraná

Empresas paranaenses de pequeno porte serão beneficiadas com projetos de inovação tecnológica em praticamente todas as regiões do Estado, informou nesta quarta-feira (15) o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldair Rizzi.

Segundo o secretário, esta é a primeira vez que o Governo do Estado aplica recursos públicos do Fundo Paraná para a ciência e a tecnologia em projetos voltados para o desenvolvimento de processos e produtos inovadores em setores estratégicos da economia, integrando pesquisadores, universidades públicas e micro e pequenas empresas, principalmente.

Os recursos, num total de R$ 1,8 milhão, 50% dos quais cabendo ao governo federal, serão repassados através da Fundação Araucária, entidade de fomento à pesquisa e à capacitação científica e tecnológica, que atua em cooperação com a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).

Empresas parceiras do programa também entram com recursos próprios, num total de R$ 333 mil.

"O Paraná Inovação tem ainda o mérito de integrar a pequena empresa à universidade pública", ressaltou ainda o secretário Rizzi na abertura da primeira reunião de trabalho do programa (fase 1), realizada nesta quarta-feira (15) em Curitiba.

Para receber os recursos, os pesquisadores e empresas parceiras do programa terão que entregar, num prazo de seis meses, à Fundação Araucária, documento indicando como pretendem viabilizar os 44 projetos já aprovados pelo comitê assessor da entidade.

Através desses projetos as pequenas empresas terão acesso às inovações tecnológicas nas áreas do agronegócio, biotecnologia, energia, saúde, educação, eletroeletrônica, gestão ambiental e informática e automação.

As instruções para elaborar o documento foram dadas aos pesquisadores e pequenos empresários nesta na sede da Fundação, contando ainda com a presença do presidente da entidade, Jorge Bounassar.

(Assessoria de Imprensa da Seti)

Estímulo científico e cultural

Agência FAPESP - "Prêmios são importantes para animar o ambiente da produção científica. Iniciativas como essa da Fundação Conrado Wessel, que são comuns no exterior, precisam ser prestigiadas e estimuladas aqui no Brasil", disse o ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, na cerimônia de lançamento da edição 2004 do Prêmio Conrado Wessel.


Além do ministro, também estiveram presentes no evento realizado na terça-feira (14/12), na sede da FAPESP, o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles, o presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Ennio Candotti, o presidente da Academia Brasileira de Ciências, Eduardo Moacyr Krieger, o superintendente do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), Cláudio Rodrigues. Conselheiros da FAPESP e diversas outras personalidades do cenário científico e tecnológico e brasileiro também prestigiaram o lançamento.


O Prêmio Fundação Conrado Wessel distribuirá R$ 100 mil líquidos para os vencedores de cada uma das seis modalidades que o compõem. Os ganhadores serão conhecidos em maio de 2005. Uma novidade na edição atual, segundo José Moscogliatto Caricatti, diretor financeiro da Fundação Conrado Wessel (FCW), é a ampliação do escopo da categoria Ciência Aplicada ao Mar para Ciência Aplicada à Água. As outras cinco categorias são: Ciência Aplicada ao Meio Ambiente, Ciência Aplicada ao Campo, Ciência Geral, Medicina e Literatura.


"Embora existam diferenças teóricas e cronológicas, a ciência e a arte compartilham um predicado comum que é a busca pela criação. O Prêmio Conrado Wessel é parte desse processo de evolução, que rompe limites e fronteiras para criar novas áreas de produção e novos campos do conhecimento", disse Carlos Vogt, presidente da FAPESP.


A FCW, que organiza o prêmio desde 2002, é uma instituição filantrópica criada de acordo com o testamento de Ubaldo Conrado Wessel, argentino de origem alemã que se radicou no Brasil no início do século 20. Fotógrafo e químico, Wessel inventou o primeiro papel fotográfico brasileiro, que tomou o lugar dos importados no mercado nacional em meados da década de 1920. Durante 25 anos, Wessel dirigiu a Fábrica de Papel Fotográfico Kodak-Wessel. Ele morreu aos 102 anos, em 24 de maio de 1993.


Na edição de 2004, 102 instituições de ensino e pesquisa de todo o Brasil foram convidadas pela FCW para indicar pesquisadores e trabalhos científicos. O prazo limite para apresentação de indicações é a primeira quinzena de março de 2005. "Para a próxima edição deveremos até ter um prêmio mais alto", revelou Caricatti, da FCW, durante o evento.


"É importante também render homenagens ao próprio Conrado Wessel, que teve a perspicácia de deixar uma fundação voltada para o estímulo da cultura, da arte e da ciência", afirmou o secretário Meirelles.


Mais informações sobre o prêmio: www.fcw.org.br

Agência Fapesp - 15/12/04
Por Eduardo Geraque

Personalidades tecnológicas

Agência FAPESP - Em homenagem ao Dia do Engenheiro, comemorado em 11 de dezembro, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) concederá, nesta terça-feira (14/12), o Prêmio Personalidade da Tecnologia aos profissionais que se destacaram durante 2004 em suas áreas de atuação. A solenidade de entrega do prêmio, que se caracteriza por um troféu de honra ao mérito, será em São Paulo, com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos.


A premiação, que está em sua 18ª edição, tem por objetivo registrar a atuação de profissionais que se dedicam a defender a engenharia brasileira. Os profissionais são escolhidos a partir de sugestões feitas por engenheiros de todo o Brasil, por meio do site da Seesp. As contribuições são sistematizadas pelo conselho tecnológico do sindicato, que faz a escolha final dos nomes. O prêmio é entregue todos os anos desde 1987.


Entre os vencedores da edição 2004 do prêmio está Carlos Henrique de Brito Cruz, reitor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e próximo diretor científico da FAPESP. O engenheiro eletrônico e físico ganhou na categoria "Ensino e Pesquisa".


Outro ganhador é Carlos Lessa, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e ex-reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que ficou com o primeiro lugar na modalidade "Valorização Profissional".


Os outros ganhadores foram: o presidente da Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), Maurício Botelho, na categoria "Indústria"; Aron José Pazin de Andrade, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em "Bioengenharia"; Laércio José de Lucena Cosentino, presidente do Grupo Microsiga, em "Informática"; e Nelson Zuanella, diretor-presidente da Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE), na categoria "Ciência e Tecnologia".

Agência Fapesp - 14/12/04

Eduardo Campos quer apoio da ABIPTI em ações de 2005

"A participação da ABIPTI é fundamental na elaboração da 3ª Conferência Nacional de CT&I". A afirmação foi feita pelo ministro da C&T, Eduardo Campos, ontem (13), durante audiência concedida à presidência da ABIPTI.


Campos sugeriu aos membros da Associação que os cinco eventos regionais que a ABIPTI fará em 2005, em comemoração aos seus 25 anos de atuação, sejam articulados com as reuniões regionais da Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, que terão início em junho do próximo ano.


O ministro também disse que gostaria de receber sugestões da ABIPTI, em 2005, no processo de construção dos editais dos programas transversais. "É muito importante ouvir vocês, que têm uma visão regional da tecnologia brasileira", afirmou Eduardo Campos.


A respeito da Lei de Inovação, o ministro salientou que o mecanismo vai ajudar a área tecnológica. Nesse sentido, o presidente da Associação, Luís Fernando Ceribelli Madi, sinalizou a Campos que a ABIPTI vai atuar na conscientização de seus associados estaduais no sentido de que as unidades da Federação elaborem suas próprias leis de inovação.


Na ocasião, o presidente Madi, as vice-presidentes Isa Assef dos Santos e Fátima Brayner e o secretário executivo Lynaldo Cavalcanti de Albuquerque entregaram a Eduardo Campos uma carta de agradecimento ao apoio que o MCT e a Finep vêm oferecendo a projetos de interesse da área tecnológica.


A prorrogação, até abril de 2005, da parceria entre o MCT e ABIPTI foi assinada no encontro, que também contou com a presença do secretário de C&T para Inclusão Social do Ministério, Rodrigo Rollemberg.


Mais informações sobre a ABIPTI podem ser obtidas no site www.abipti.org.br ou pelo e-mail abipti@abipti.org.br.


Fonte:Gestão C&T 14/12/04

Eduardo Campos agradece apoio da comunidade científica

O ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, participou na tarde de hoje (14), no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), em São Paulo, da cerimônia de lançamento do Prêmio Fundação Conrado Wessel de Ciência e Cultura 2004. Durante o evento, o ministro também assinou o protocolo de intenções para a implantação do projeto A Ciência Nossa de Cada Dia.


Eduardo Campos elogiou o empenho da Fundação no apoio à cultura e ao desenvolvimento da ciência, e disse que o prêmio funciona como incentivo para outros empreendedores brasileiros apostarem nos talentos nacionais.


O ministro também aproveitou a oportunidade para agradecer o apoio que teve, durante todo o ano, da comunidade acadêmica e das instituições de ciência e tecnologia sediadas no estado, como a Fapesp, a Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Associação Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Ele atribuiu importantes avanços conquistados ao longo do ano, como a Lei de Inovação e a criação da Frente Plurissetorial de Ciência e Tecnologia, no Congresso Nacional, ao empenho da comunidade científica.


O presidente da Fapesp, Carlos Vogt, um dos organizadores do evento, elogiou a gestão de Campos à frente da pasta de Ciência e Tecnologia e fez um paralelo entre a atuação do ministro e o próprio prêmio: "o ministro representa o dinamismo e a força que o prêmio transmite". Vogt afirmou ainda que a assinatura do protocolo é o primeiro passo para viabilizar o projeto Ciência Nossa, que contará também com a parceria da rede pública de ensino do estado de São Paulo.


Prêmio
O Prêmio Fundação Conrado Wessel de Ciência e Cultura, criado em 2002, é concedido anualmente com o objetivo de incentivar atividades relacionadas à arte, ciência e cultura. Na edição 2004, ele foi dividido em seis categorias: Ciência Aplicada à Água, Ciência Aplicada ao Meio Ambiente, Ciência Aplicada ao Campo, Ciência Geral, Medicina e Literatura. Cada categoria corresponde a um prêmio de R$ 100 mil líquidos, já deduzidos os tributos.


Desde o ano passado, o evento é organizado em parceria com a Fapesp, além de contar com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), da SBPC, da ABC e da Academia Brasileira de Letras (ABL).


Em 2003, 56 instituições indicaram 118 candidatos. Já nesta edição, 102 instituições de ensino e pesquisa de todo o Brasil foram convidadas pela Fundação Conrado Wessel para indicar pesquisadores e trabalhos científicos. A cerimônia de premiação ocorrerá no final de maio de 2005.


A Ciência Nossa de Cada Dia
O programa A Ciência Nossa de Cada Dia é uma iniciativa, ainda em fase embrionária, que agregará os esforços do Ministério da Ciência e Tecnologia, da Fundação Conrado Wessel e do governo do estado de São Paulo.


O principal objetivo do projeto será promover a divulgação científica voltada à formação dos professores do ensino médio nas áreas das ciências da natureza. Uma das práticas que serão levantadas é a da disseminação, entre os professores, das principais linhas de pesquisa científica e do desenvolvimento tecnológico ocorridos no País.


Eduardo Campos afirmou que a assinatura do protocolo de entendimento possibilita, já no começo do próximo ano, assinar o convênio de projeto-piloto que irá contribuir para a melhoria do aprendizado da ciência no ensino médio.

Gustavo Sousa Jr - Assessoria de Imprensa do MCT


Câmara aprova prorrogação da Lei de Informática

A Câmara dos Deputados aprovou ontem a medida provisória (MP) que prorroga até 2019 os benefícios da Lei de Informática. Como não houve alteração no texto enviado pelo Senado, a MP vai agora para sanção presidencial. Pelo que foi aprovado, as empresas de bens e serviços de informática terão redução no pagamento do IPI de até 95%.


O incentivo será reduzido gradativamente a partir de 2014, até acabar em 2019. Em contrapartida, as empresas de bens e serviços de informática terão de investir, anualmente, no mínimo 5% de seu faturamento bruto em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia da informação. No caso de fabricantes de microcomputadores portáteis cujo faturamento não passe de R$ 15 milhões anuais, essa exigência cai à metade a partir de dezembro de 2006.


A MP isenta os equipamentos importados pelo CNPq e entidades sem fins lucrativos para pesquisa científica. A prorrogação da Lei de Informática, que venceria em 2009, foi negociada junto com a Reforma Tributária.


Fonte: Política de C&T - 10/12/2004 - 02:43:49

“Inovação é a palavra-chave do vocabulário econômico do nosso tempo”

“Já disse que inovação é a palavra-chave do vocabulário econômico do nosso tempo. Se quisermos continuar ganhando mercados, gerando mais empregos e consolidando empresas líderes, temos que incorporá-la com maior ênfase no idioma produtivo nacional. É assim que o Brasil vai investir cada vez mais em produtos diferenciados, com marcas próprias, reconhecidas e fortes.” Com essas palavras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou a importância não só do Prêmio FINEP, como também da Lei de Inovação, sancionada durante o evento.

O presidente afirmou que “cabe ao Estado criar as condições efetivas para a integração das universidades com as empresas, visando à formação de complexos industriais e empresariais locais e regionais, fazendo com que as pesquisas se transformem efetivamente em produtos”. Segundo ele, é isso que a nova Lei de Inovação Tecnológica torna possível a partir de agora.

Ela potencializa a aplicação de recursos em pesquisa e desenvolvimento, tanto nas instituições públicas como nas empresas, contribuindo assim para aumentar o desenvolvimento e a competitividade dos produtos brasileiros. Além disso, possibilita que os inventos de criadores independentes sejam adotados pelas instituições científicas e tecnológicas para futuro desenvolvimento, incubação e industrialização pelo setor produtivo. Prevê também a participação da União em iniciativas de base tecnológica junto com empreendedores, ao mesmo tempo em que define incentivos fiscais para as empresas que fazem inovação.

A nova Lei torna mais dinâmicas as relações de trabalho das instituições científicas e tecnológicas, estabelece o regime de comercialização das inovações geradas nessas instituições e, sobretudo, cria mecanismos que favorecem o ambiente de criação e inovação dentro das empresas.

O ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, lembrou que o Brasil tem o maior número de cientistas e o maior sistema de pesquisa científica da América Latina. Os pesquisadores brasileiros já respondem por 1,5% da publicação mundial de artigos em periódicos especializados, mas, segundo ele, “ainda nos falta o esforço da transformação desse conhecimento em tecnologia nacional”. Hoje, as instituições públicas respondem por mais de 60% dos dispêndios nacionais em pesquisa de novas tecnologias. Cerca de 73% dos cientistas estão atuando nas instituições públicas e apenas 11% nas empresas privadas. De acordo com o ministro, “a Lei da Inovação vem mudar este quadro e incentivar a emancipação tecnológica do País”.

NÚMEROS

Em seu discurso, o ministro Eduardo Campos deu alguns números sobre o investimento nacional de C&T. Segundo ele, de 2004 a 2007, os investimentos totais do Governo Federal em ciência, tecnologia e inovação deverão chegar a R$ 37,6 bilhões, valor 54% superior aos 24,4 bilhões empregados no período de 2000 a 2003. O orçamento do MCT para 2005 é de R$ 2,6 bilhões, significativamente superior ao de 2004, com R$ 2,1 bilhões, e ao de 2003, com R$ 2 bilhões. No período de 2001 a 2003, a média anual de execução dos Fundos Setoriais – principal instrumento de políticas públicas para as áreas de C,T&I – foi de R$ 374 milhões, estando previstos R$ 601 milhões para 2004. No ano passado, foram financiados 187 projetos pelos Fundos Setoriais. Neste ano, até outubro, 324 projetos receberam financiamento.

O presidente da FINEP, Sergio Rezende, anunciou que até o final do ano a Financiadora terá aprovado empréstimos para projetos de empresas no maior montante desde 1999. "Além disso, o total das liberações financeiras para universidades e centros de pesquisa este ano também atingirá o maior valor dos últimos 20 anos", disse ele.

Fonte: FINEP

Presidente sanciona a Lei de Inovação

A nova Lei de Inovação, que trata de medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica, foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia 2 de dezembro, durante cerimônia de entrega do "Prêmio Finep 2004", em Brasília.


Em seu discurso, o presidente afirmou que inovação é a palavra-chave do vocabulário econômico do nosso tempo. "Se quisermos continuar ganhando mercados, gerando mais empregos e consolidando empresas líderes, temos que incorporá-la com maior ênfase no idioma produtivo nacional. É assim que o Brasil vai investir cada vez mais em produtos diferenciados, com marcas próprias, reconhecidas e fortes",
disse o presidente Lula, complementando que "cabe ao Estado criar as condições efetivas para a integração das universidades com as empresas, visando à formação de complexos industriais e empresariais locais e regionais, fazendo com que as pesquisas se transformem efetivamente em produtos".


Para o presidente a ANPEI Ronald Martin Dauscha, a aprovação da PLC 49/2004 é uma conquista da mobilização dos diversos agentes do Sistema de C&T, inclusive da ANPEI. "Foi um longo processo, permeado por intensos debates e que, agora, finalmente, virou Lei, que, esperamos, seja executada e usufruída pelas empresas e pelas demais instituições de pesquisa. Embora ainda falte muito no percurso de transformar o Brasil numa Nação tecnologicamente desenvolvida, podemos, a partir dessa base, ampliar a discussão", afirma Dauscha.


Na visão do Diretor da ANPEI Executivo Olívio Ávila, além das questões de longo prazo, a sanção da Lei coloca um desafio de curto prazo bastante importante: a regulamentação da Lei da Inovação e a revisão da legislação tributária brasileira favorável à inovação, que dará corpo a todo o arcabouço de incentivo à inovação. O decreto de regulamentação está previsto ser assinado ainda este mês. O governo, a partir de 2 de dezembro, tem 120 dias para enviar ao Congresso sua proposta para a nova legislação tributária. "Essas duas etapas, inauguradas a partir da sanção deverá nos mobilizar a todos. A ANPEI estará programando discussões e encontros com seus associados, visando contribuir com propostas juntos ao governo", diz Olívio.


Segundo Carlos Ganem, Superintendente da Área de Articulação Institucional da Finep, o ano de 2004 pode ficar na história da nossa C&T como um ano de mudanças importantes. Além da sanção da Lei de Inovação e do anúncio da Pitce - Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior,
houve também a valorização da propriedade industrial, com o novo Inpi, e a consolidação do sistema estadual de C&T, representado por dois fóruns: as FAP´s - Fundações de Amparo à Pesquisa e as Secretarias Estaduais de C&T.


Para o ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, a lei servirá de incentivo para a emancipação tecnológica das empresas brasileiras. Segundo ele, o Brasil detém o maior número de cientistas e o maior sistema de pesquisa científica da América Latina, mas "ainda nos falta o esforço da transformação desse conhecimento em tecnologia nacional".


A previsão do Ministro é de que de 2004 a 2007 os investimentos em C&T cheguem a R$ 37,6 bilhões. Isso corresponde a um aumento de 54% em relação ao que o governo federal investiu no período de 2000 a 2003 - R$ 24, 4 bilhões. O orçamento do MCT para 2005 é de R$ 2,6 bilhões. Em 2004 o orçamento foi de R$ 2,1 bilhões.

Entidade quer criar conselho para pequena empresa

A formulação de políticas estratégicas e de soluções de longo prazo para indústrias de micro e pequeno portes será a principal missão do Conselho Temático da Micro e Pequena Empresa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a ser instalado em novembro.


“Essa causa constitui, no universo da representação empresarial, uma questão da maior importância e, por isso, vamos trazer à nossa estrutura de conselhos temáticos a agenda das micro e pequenas empresas (MPE), para que ela se incorpore à agenda central da entidade”, avalia o presidente da CNI, Armando Monteiro Neto.


De acordo com o presidente da CNI, o Conselho será um espaço fundamental de formulação e, sobretudo, de orientação para que a diretoria da entidade incorpore o tema das MPE em todas as suas ações. O presidente do Conselho será Lucas Izoton Vieira, que também preside a Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes). Para ele, o Conselho terá como objetivo principal debater a criação de condições para que as empresas de pequeno porte sobrevivam e cresçam. “Queremos que a indústria na informalidade torne-se uma microempresa e, a partir daí, se transforme em pequena empresa”, afirma.


Da Agência Sebrae de Notícias

Governo lança pacote para microempresários

EXAME Empresas individuais com faturamento até 36 mil reais por ano vão pagar uma contribuição previdenciária patronal com alíquota de 1,5% e uma contribuição de 0,5% para o FGTS. O governo envia nesta quarta-feira (29/9) ao Congresso o projeto de lei complementar com essas e outras medidas que objetivam formalizar pequenos negócios e reduzir a burocracia.


As contribuições normais vigentes são de 8,5% sobre a folha de pagamentos para o FGTS e de 20% para a Previdência Social.


A medida, portanto, ainda depende da aprovação de deputados e senadores, ainda distantes de Brasília por causa das eleições municipais. O projeto também prevê o pagamento unificado de impostos e contribuições através de sistemas informatizados a serem instalados nas agências de bancos oficiais e postos de atendimento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).


O governo também propõe a fixação de tetos para as alíquotas de ICMS, por parte dos estados, e ISS, no caso dos municípios. "O objetivo é assegurar o princípio da desoneração", afirma comunicado do ministério da Fazenda, pelo qual o governo federal já estará abrindo mão da arrecadação da Cofins e do imposto de renda pessoa jurídica.


Para o tributarista Eduardo Pugliese Pincelli, do escritório de advocacia Barros Carvalho, a iniciativa pode esbarrar no despreparo dos informais. "O governo tem que dar meios para que eles partam para a formalidade", afirma. Em sua opinião, serviços como os Telecentros ou o Poupatempo devem montar equipes para orientar os pequenos empreendedores na abertura da empresa, livrando-os dos custos dos serviços de contador.


Fonte: Portal Exame 29/09/04

Aumento dos valores de financiamento do PIPE

A FAPESP aumentou os valores de financiamento para o Programa de Inovação Tecnológica em Pequena Empresa (PIPE).
A Fase 1 do programa, com duração prevista de seis meses, passa a ter o valor máximo de financiamento de até R$ 100 mil para cada projeto.


A Fase 2, com duração prevista para até vinte e quatro meses, passa a ter valor máximo de financiamento previsto de até R$ 400 mil para cada projeto.


Mais informações: FAPESP

Produto fabricado na Incubadora de Botucatu é destaque na imprensa nacional

O equipamento produzido pela empresa Infrajato Engenharia, que é resdiente na Incubadora de Botucatu, tem sido destaque na imprensa nacional. O Jornal Gazeta Mercantil, por exemplo, divulgou os testes que estão sendo realizados pela Brasil Ferrovias, que opera em 4,5 mil quilômetros de ferrovias pelo Brasil, com o pulverizador para controle de plantas daninhas construído na Incubadora pela Infrajato.


Para realização dos testes, foi montada uma composição com uma locomotiva e quatro vagões (um para o pulverizador, outro com tanque para o herbicida, um para almoxarifado de herbicidas e oficina e outro para dormitório e cozinha). O projeto, que custou cerca de R$ 250 mil foi custeado com recursos do PIPE (Programa de Inovação Tecnológica em Pequenas Empresas), da Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa no estado de São Paulo), e teve tecnologia desenvolvida em parceria de empresas e pesquisadores da Faculdade de Ciências Agronômicas da Universidade Estadual Paulista (Unesp/Botucatu).


Além de eliminar o mato, o equipamento realizará o monitoramento de todo tipo de gramíneas que cresce ao longo da linha, e terá a finalidade de mensurar a quantidade de herbicida a ser aplicado, independente da velocidade do trem. Outra novidade é que o sistema receberá informações por GPS e, dependendo da localização, as doses de herbicidas poderão ser alteradas, evitando o lançamento em áreas próximas a mananciais ou de preservação. Portanto, além do ganho econômico, a preservação ambiental é outro aspecto de grande relevância.

Empresas incubadas vivem mais tempo

A maioria das empresas (70% delas) que recebem o apoio de incubadoras sobrevivem mais de cinco anos, contrariando a média de sobrevida das empresas que não têm esse apoio, e que deixam de existir antes dos dois anos de existência. Este é o resultado de uma pesquisa divulgada pelo SEBRAE-SP. As incubadoras ofereceriam essa sobrevida a suas empresas ao disponibilizar diversas facilidades técnicas e burocráticas e ao elevar a possibilidade de acesso a profissionais que estão há mais tempo no mercado. Inexperiência, ausência de um mercado mais amplo e as dificuldades na obtenção de crédito são apontados como motivos pela grande mortandade de empresas no país.


Mais detalhes: ANPROTEC

Micros e pequenas já são 47,9% das exportadoras do país

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que passará a divulgar trimestralmente os resultados das vendas externas do país de acordo com o porte das empresas exportadoras, revelou que, do número total de empresas exportadoras do país, quase metade (47,9%) são micro ou pequenas. Esse foi o resultado de uma pesquisa realizada sobre dados do ano de 2003. Segundo a pesquisa, o número de empresas exportadoras no ano passado foi de 19.796 mil em todo o país, com o ingresso líquido de 456 novas empresas no mercado das exportações. Deste total, 342 são micro e pequenas empresas.


Mais detalhes: http://asn.interjornal.com.br/site/noticia.kmf?noticia=2208079&canal=40

Site reúne dados sobre gestão de tecnologia em 11 países latino-americanos

A Argentina ingressa ainda neste mês à ScienTI, uma rede de informações composta por onze membros (já contando o novo integrante) para intercâmbio de informações sobre gestão de ciência e tecnologia entre os países ibero-americanos. O objetivo da rede é a identificação atualizada de recursos humanos qualificados, instituições e projetos de pesquisa para o desenvolvimento e avaliação de políticas e capacidades nacionais em ciência, tecnologia e inovação. Além disso, pretende promover programas de cooperação internacional.
Integram a rede, além do Brasil e da Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Uruguai e Venezuela. A rede é administrada pelo Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde e seu endereço na internet é http://www.scienti.net.


Mais detalhes: FAPESP

Empresas de biotecnologia procuram se transformar em bons negócios

O Congresso da Associação Brasileira de Empresas de Biotecnologia (Abrabi), no mês passado, focou seus debates na transformação desse ramo de atividade num mercado de intensa atividade econômica e constatou um cenário ainda ruim, porém promissor para pequenas empresas de biotecnologia que necessitam crescer. Antônio Paes de Carvalho, presidente da Abrabi e da Extracta Moléculas Naturais S.A, apontou as dificuldades de pequenas empresas em obter apoio financeiro para seus investimentos e criticou a ausência de visão de longo prazo do mercado financeiro: “A indústria de capital de risco não pode operar como banco comercial; tem de investir, não para dois anos, mas para retornos enormes no futuro", afirmou ele, segundo o boletim Inovação Unicamp.


Presente no evento, o presidente da Associação Brasileira de Capital de Risco (ABCR), Álvaro Gonçalves, afirmou que a biotecnologia é um setor promissor no que se refere ao crescimento e competitividade da indústria brasileira. “Estamos na frente de muitos países; podemos assegurar a vantagem se aplicarmos corretamente”, disse Gonçalves.


Mais detalhes: Unicamp

Metas de investimento para o ano não foram cumpridas

Só 11% dos empresários cumpriram suas metas de investimento divulgadas no final de 2003 para este ano, segundo a pesquisa Expectativa dos setores industriais para o ano de 2004, realizada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) junto a 64 sindicatos patronais, entre 19 de julho e 3 de agosto e divulgada no dia 4 de agosto. No final do ano passado, 33% dos empresários afirmavam ter intenções de investir no crescimento de suas empresas. Nesta última pesquisa, 50% dos entrevistados afirmaram que os investimentos planejados foram adiados para o próximo ano.


Entre os motivos apontados para a ausência dos investimentos planejados no primeiro semestre deste ano, estão a manutenção da taxa Selic (juros básico da economia), a alta do petróleo no mercado mundial e a crise política com o caso Waldomiro Diniz (funcionário do governo demitido por ter tido no passado envolvimento com corrupção).


Mais detalhes: FIESP

HP pede a Lula redução de impostos em toda a cadeia produtiva de tecnologia da informação

Carly Fiorina, principal executiva da Hewlett-Packard, uma das maiores empresas mundiais de Tecnologia da Informação (TI), entregou ao presidente Luis Inácio Lula da Silva, no início desta semana, um pedido de isenção de impostos que pode beneficiar toda a cadeia produtiva que produz TI. A isenção, formalizada por meio de um projeto intitulado PES (Plataforma de Exportação de Serviços Vinculados à Tecnologia da Informação), beneficiaria diversos setores, incluindo equipamentos, software, recursos humanos e infra-estrutura, a partir da adoção de um tratamento fiscal especial, o Repes. O modelo seria semelhante ao do Recof, que reduziu os impostos sobre insumos usados na produção local de bens de informática e telecomunicações. O plano prevê a cobrança de um imposto único sobre o faturamento obtido com a exportação de serviços.


A proposta foi formulada por um grupo de executivos da filial brasileira da HP e inclui análises na área fiscal, financeira e tecnológica. Na proposta não há o detalhamento de informações sobre como ou quanto deveria ser a redução das alíquotas, sendo que isso dependeria de conversações com o governo. Ela pretende se inserir nos planos que o próprio governo prepara para a condução de sua política industrial, divulgada recentemente.


Mais detalhes: REDETEC

Falhas em metais são avaliadas em livro lançado pelo IPT

O Laboratório de Metalografia do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) lançou um livro dedicado à avaliação de casos de falhas em metais, tema relevante em setores envolvidos na produção de diversos itens que envolvem inclusive a segurança humana, como trens de pouso de avião, quadros de bicicleta, eixos de ônibus e implantes cirúrgicos.


Intitulado “Metalografia e Análise de Falhas”, o livro seleciona e detalha 41 casos de falhas em produtos metálicos ocorridas desde 1933. Foi editado por Cesar Farias Azevedo, responsável pelo laboratório, e Tibério Cescon, professor do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo.


Mais detalhes: IPT

Incubadoras e cooperações locais terão mais dinheiro no Fundo Verde-Amarelo

O Comitê Gestor do Fundo Verde-Amarelo (fundo setorial que aplica em ciência e tecnologia parte dos lucros de empresas nos setores privatizados) decidiu na semana passada ampliar o valor disponível para ações transversais, aquelas que são realizadas em conjunto pelos fundos setoriais de diversas áreas (petróleo, telecomunicações etc). Serão acrescentados R$ 36 milhões à verba destinada a ações do tipo, o que representa um total de R$ 72,6 milhões para esses programas.


Dos R$ 36 milhões adicionais, R$ 15 milhões se destinam ao Programa de Cooperação Tecnológica entre Instituições Científicas e Tecnológicas e Empresas. Estes recursos serão divididos da seguinte forma: R$ 5 milhões para Arranjos Produtivos Locais, R$ 2 milhões para o Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare), R$ 2 milhões para edital de projetos mobilizadores de desenvolvimento tecnológico em empresas, visando atender às necessidades do Sistema Nacional de C&T, e R$ 1 milhão para o Acordo de Cooperação Brasil/Comunidade Européia (que também receberá R$ 3 milhões em outra ação transversal), com o objetivo de aumentar o intercâmbio e a competitividade de empresas nacionais, especialmente as pequenas e médias. Ainda será definido o destino dos R$ 5 milhões restantes. O Programa Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos também receberá R$ 4 milhões.


Mais detalhes: Jornal da Ciência

Há excesso de mão-de-obra altamente qualificada no mercado, diz pesquisador da Capes

O Brasil não consegue absorver a mão-de-obra altamente qualificada que os cursos de pós-graduação em doutorado estão formando anualmente. Segundo Ricardo Lourenço, estatístico da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), órgão do Ministério da Educação, o número de egressos de cursos de doutorado tem crescido 15% ao ano (só em 2003, se formaram 8,1 mil). A grande maioria não encontrará colocação no mercado. Dos 61 mil pesquisadores cadastrados no Diretório de Grupos de Pesquisa do Brasil, mantido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), apenas três mil trabalham com pesquisa e desenvolvimento. O restante não está presente na cadeia produtiva, mas exercendo funções acadêmicas e de pesquisas nas universidades e outras instituições congêneres.


A grande ausência, avalia o técnico da Capes, está no setor privado, que investe menos do que poderia em inovação, ciência e tecnologia e, portanto, absorve uma parte muito pequena dos profissionais altamente qualificados que estão à disposição. As avaliações de Ricardo Lourenço foram feitas durante 56ª reunião anual da SBPC (Associação Brasileira para o Progresso da Ciência), ocorrida na semana passada.


Mais detalhes: CNPq

Site reúne dicas sobre metrologia. Até para leigos.

A internacionalização da produção industrial, um dos principais desafios dos novos negócios, gerou a necessidade de atenção redobrada às normas internacionais de produção. Com o objetivo de auxiliar as empresas brasileiras a navegar no imenso oceano das normas técnicas nacionais e internacionais foi criado o site Metrologia. Ele está disponível no portal do sistema Fiesp/Ciesp. Voltado à criação de sinergia para a geração de lucros e competitividade, o site teve a preocupação de tornar-se altamente legível, inclusive para leigos. Para tal, dispõe de jogos interativos e histórias em quadrinhos que explicam a importância das normas técnicas na realização das diversas etapas de produção e comercialização.


O site conta também com diversos artigos e notícias sobre o tema, um bom roteiro de entidades especializadas em controle de qualidade e normalização e ainda a descrição de casos de sucesso.


Mais detalhes: CIESP

Investimentos em tecnologia serão ressarcidos pela Finep

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) já dispõe de R$ 8 milhões para reembolsar investimentos em tecnologia feitos por empresas que aderiram aos programas de Desenvolvimento Tecnológico Industrial (PDTI) e de Desenvolvimento Tecnológico Agropecuário (PDTA). As empresas têm até o dia 31 de julho para encaminharem pedidos de ressarcimento à Finep.O benefício, previsto na lei 10.332/2001, só será concedido a empresas que comprovarem o recolhimento dos impostos previstos na lei e a realização efetiva de dispêndios de custeio de 80% (no mínimo) das despesas previstas no PDTI.

Mais detalhes: http://www.gestaoct.org.br/rosto/sroonline279.htm#manchete3

Veja como dar seu palpite na criação de normas e padrões internacionais de produtos

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) divulga instruções sobre como qualquer cidadão pode sugerir alterações em normas internacionais que regem os critérios adotados em certificações como as determinadas pela International Standards Organization (ISO). São certificações que abrem as portas dos mercados externos às empresas que pretendem exportar. O texto está no site da ABNT, em inglês.


Mais detalhes: ABNT

MCT e ANPEI discutem isenções para empresas tecnológicas

O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) recebeu relatório que propõe isenção ou redução expressiva do pagamento de tributos que incidem diretamente na receita de venda dos produtos (IPI, PIS e COFINS) pelas empresas que fazem inovação pelo período de três anos, a partir da data de lançamento da inovação no mercado. Também foi proposta a isenção do pagamento de PIS e COFINS na transferência de tecnologia do exterior.


As propostas foram feitas pela Associação Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Engenharia das Empresas Inovadoras (ANPEI) durante o workshop Inovação Tecnológica nas Empresas, realizado na terça-feira, 20, na sede do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), em Brasília. Elas foram recebidas pelo secretário de Política de Informática e Tecnologia do Ministério da Ciência e Tecnologia, Francelino Grando.


Mais detalhes:MCT


Por mais formalidade, governo estuda isenção de imposto a pequenos empresários

Empresas com um faturamento mensal inferior a R$ 3 mil reais, ou anual inferior a R$ 36 mil, ganharão, ainda este ano, medidas de estímulo da parte do Ministério da Fazenda, tais como isenção de tributos federais e um cadastro único. O objetivo do governo é elevar o nível de formalidade destas empresas, estimular as contratações com carteira assinada e, com isso, facilitar o acesso ao crédito. Quem afirma isso é o próprio ministro Antônio Palocci, em declarações feitas durante o V Encontro Latino-Americano de Líderes, acontecido no último final de semana em São Paulo.


Mais detalhes: SEBRAE

BNDES aumenta em 46% os recursos para micro e pequenas empresas

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ampliou, no primeiro semestre de 2004, os recursos disponíveis para micro e pequenas empresas em quase metade do que vinha sendo disponibilizado (um acréscimo de 46%, chegando a R$ 5,6 bilhões no total). Há pelo menos sete programas de apoio e linhas de financiamentos à disposição destas empresas. Segundo o banco, as micro e pequenas são sua prioridade.

Em comunicado oficial disponível em seu site, o BNDES garante oferecer linhas de apoio financeiro e programas específicos nas melhores condições de custos, prazos e níveis de participação, para apoio a investimentos nos setores industrial, de infra-estrutura, de comércio e serviços e agropecuário. E divulga os formulários para inscrições.

Mais detalhes: BNDES

Pesquisadores brasileiros criam água de coco em pó

Para driblar a instabilidade da água de coco que dificulta o uso e industrialização do produto, cientistas da Universidade Estadual do Ceará (UEC) desenvolveram um método para transformar o líquido em pó, preservando as características do produto natural.

Já foi criada uma empresa incubada no Parque de Desenvolvimento Tecnológico (PADETEC), em Fortaleza, para colocar o produto no mercado. Além da indústria alimentícia e cosmética, a água de coco tem várias outras utilidades como o cultivo de células e microrganismos, conservação de córneas, entre outras.

Mais detalhes: CNPq.

Manual de Oslo em Português

A segunda edição do Manual de Oslo, uma das mais importantes referências internacionais de sobre inovação tecnológica, já está disponível em português em formato pdf no site da Finep.

O documento editado originalmente pela Organização para Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD) traz parâmetros para medir a inovação e investiga estratégias corporativas, fontes de informação, difusão do conhecimento, políticas públicas, entre outros temas interessantes para os empreendores que desenvolvem ou aplicam tecnologia.


Tribunal de Contas do Estado de São Paulo coloca informações na Internet

No site do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, já está disponível já está disponível um banco de dados com muitas informações úteis para empresários interessados em um município paulista para investir.

O Sistema de Informações da Administração Pública, além de informações referentes ao desempenho das prefeituras, traz dados demográficos, números de empresas por setor, etc. É possível fazer pesquisas comparativas e descobrir, por exemplo, os municípios mais endividados, déficit ou superávit, a infraestrutura já disponível e o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal, dando uma idéia geral da capacidade de investimento das prefeituras.


Mais detalhes em: www.uniemp.org.br.

Inpe disponibiliza imagens de satélite gratuitamente

As imagens captadas pelo satélite Cbers-2, fruto da parceria entre o Brasil e a China, já estão disponíveis gratuitamente no site do Inpe. O acesso é gratuito, mas é preciso se cadastrar, já que o uso é limitado a cidadãos brasileiros.


Os registros tem precisão de até 1:50.000 e podem ser selecionadas por localização geográfica e pelo mês no qual a imagem foi captada. As imagens podem ser usadas na agricultura, controle ambiental, monitoramento de reservatórios de água, cartografia, geologia e educação.

O endereço do projeto Cbers no Inpe: http://www.cbers.inpe.br

Veja mais na Agência Brasil

Lançado Guia do Governo Federal para software livre

O documento elaborado para guiar a migração da estrutura de informática do Governo Federal também pode servir de referência a empresas interessadas em usar software livre.

Baseado em um guia criado pela Comunidade Européia, o "Guia Livre" mostra em 150 páginas as estratégias para lidar com os aspectos humanos e técnicos da migração. O documento traz também uma descrição detalhada das aplicações estáveis disponíveis atualmente.

Saiba mais no www.governoeletronico.gov.br.

Biblioteca Virtual sobre tecnologia de habitação chega a 19 mil documento

O banco de dados do Programa de Tecnologia de Habitação (Habitare) atingiu a marca de 19 mil documentos. São mais de 11 mil artigos apresentados em Congressos, 1.400 teses e disertações acadêmicas e centenas de livros, normas técnicas e relatórios disponíveis gratuitamente no endereço: infohab.org.br.

Mais detalhes: Finep.

Arranjo Produtivo Local beneficia pequenas empresas de 20 municípios do nordeste

O projeto criado para organizar micro e pequenas empresas em torno da mineração de pegmatitos (mineral no qual é extraída matéria prima para a indústria de cerâmica e na produção de gemas) vai beneficiar 11 municípios da Paraíba e 9 do Rio Grande do Norte. A FINEP liberou R$ 1 milhão e o Sebrae e Senai do Rio Grande do Norte se comprometeram a investir mais R$ 80 mil no empreendimento.

A expectativa é desenvolver de metodologias de prospecção geológica e de pesquisa mineral, de lavra e de beneficiamento. Além de criar um centro de referência e competência em pegmatitos, com a formação de recursos humanos na região.

Mais detalhes: Finep.

Pesquisador desenvolve telhas de fibra vegetal

O objetivo do trabalho liderado pelo professor da USP, Holmer Savastano Júnior, é aproveitar diferentes fibras e resíduos agro-industriais para substituir o amianto na composição de telhas de fibrocimento. A USP já entrou com o pedido de patente e vários testes já foram realizados, de acordo com reportagem no site do CNPQ.

"Já cobrimos um galpão no campus da USP de Pirassununga num trabalho de mestrado, que associou o conforto da instalação com o desempenho de vitelos para produção de carne. O desempenho térmico das telhas foi muito bom", explicou Savastano.
"O produto está avançando para uma alternativa com considerável potencial no Brasil, país tropical que possui grandes estoques da matéria-prima essencial ao novo produto - a fibra vegetal", completou. SebraeSP.



Salgadinho enriquecido com pulmão bovino combate anemia

Para ajudar a suprir as necessidades de ferro, um grupo de pesquisadores da Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP, liderado pelo professor José Alfredo Gomes Arêas, criou um salgadinho enriquecido com ferro usando uma matéria prima de baixo custo: o pulmão de boi. O produto foi testado durante 55 dias em creches de Teresina (PI). O índice de anemia entre crianças de 2 a 7 anos caiu de 60% para 11,5%. Arêas disse que o custo de produção é de 9 a 10 centavos mais caro por pacote de 30g e já há indústrias interessadas em melhorar a qualidade de seus produtos.

O professor José Alfredo Gomes Arêas, que coordenou o projeto, explica que os salgadinhos foram produzidos com 78% de grão-de-bico, 12% de milho e 10% de pulmão bovino, extraído em condições adequadas de higiene. O pulmão utilizado foi seco e teve a gordura original extraída antes de ser incorporada ao produto final.

"Os salgadinhos comuns usam apenas milho e têm um nível protéico baixo e muitas gorduras saturadas estimulando o aumento do colesterol e da obesidade", diz Arêas. "Utilizando o pulmão de boi, a quantidade de proteínas teve um aumento de 20%."

Mais detalhes: Agência USP.



Universidades paulistas desenvolvem "chumbada" ecológica

O Laboratório Interdisciplinar de Eletroquímica e Cerâmica (Liec), formado por pesquisadores da UFScar e da Unesp de Araraquara, desenvolveu uma cerâmica capaz de substituir as "chumbadas" usadas pelos pescadores que acabam poluindo os rios de todo o mundo. De acordo com reportagem da Agência Brasil, o novo produto já está sendo comercializado por uma empresa de São Carlos e, além de não contaminar a água, apresenta outras vantagens.

"Devido à diferença de densidade, as chumbadas cerâmicas precisam ser maiores que as tradicionais de chumbo, o que não impede que sejam usadas da mesma forma, com a vantagem de, por serem maiores, não enroscar nos mesmos lugares que as menores feitas de chumbo. As chumbadas cerâmicas perdidas no fundo de rios e lagos deterioram-se mais rapidamente, não contaminando a água e o solo."

Unicamp desenvolve substituto para fibra de vidro

Uma pesquisa da Unicamp desenvolveu um método para subsitutir a fibra de vidro pela fibra de Curauá, uma planta da Amazônia da família do abacaxi. A fibra do Carauá já é usada na indústria da tecelagem, reforço de plásticos e em papel artesanal. A novidade é possibilitar a moldagem de peças por injeção, permitindo a criação de formas mais complexas, como as usadas na indústria automobilística e de eletroeletrônicos. A tecnologia é 10 vezes mais barata que a convencional, mais ecológica e desgasta menos os equipamentos da fábrica.

Mais informações: Agência Brasil e Fapesp.

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