Institucional  I  Comunidade  I  Encontre um especialista  I  Notícias
Home  I  Fale conosco     
 Login
 Senha


Bem vindo ao INFOTEC

Aqui você encontra artigos, casos e consultores capazes de ajudar pequenas empresas em iniciativas de inovação tecnológica.

º Navegue pelos temas propostos
º Converse com nossos especialistas
º Participe de nossa comunidade

Estamos começando e adoraríamos ouvir suas críticas e sugestões.


Alavancagem Alavancagem Tecnológica 
Base de dados Base de Dados
Base de dados Mobilizar para inovar


Sergio Rezende será o novo ministro de C&T


Finep divulga alterações em dois editais vigentes


Notícias
 

 

Brinquedos brasileiros prontos para conquistar o mundo

Os castelos de papelão confeccionados pela empresa em que as crianças podem entrar e com os quais podem interagir, já conquistaram mercados na Inglaterra, França, Bélgica, Alemanha e Estados Unidos. Os produtos são feitos em papel-cartão dobrado e conquistam pela qualidade e criatividade. Quando foi lançado no ano passado, durante a ToyFair de Londres, ganhou espaço nos principais jornais do país, como The Guardian e The Observer.

Isa Piva, artista plástica e sócia da empresa, conta que preço não foi problema para ganhar mercado. "Nós contávamos com uma boa aceitação lá fora, uma vez que o brinquedo era uma novidade. Além disso, estávamos visando lojas mais especializadas, voltadas para um público de maior poder aquisitivo. "Ainda para este ano, Isa e o sócio, o publicitário Akio Aoki, pretendem lançar uma linha de "entrar e montar. "Queremos ser referência mundial em termos de brinquedos de papel ondulado", conta Aoki.

Outro que aposta no mercado externo ao participar da feira, tendo já realizado contatos com empresas do Mercosul, é Alexandre Giannico Borges, da Brinquedos da Aldeia, de Américo Brasiliense. Na feira, a empresa está lançando o baú de engrenagens, uma divertida engenhoca de madeira, com diversas engrenagens movidas por bolinhas.

Com uma linha de 33 brinquedos e outros cinco em fase de finalização, entre eles o baú de engrenagens, a empresa está visando a exportação. "Com o Sebrae-SP estamos iniciando um trabalho de preparação para contatos com o mercado externo", diz Borges.

Consultoria especializada
Os expositores participam da feira com apoio do Sebrae em São Paulo, que há um ano vem oferecendo consultoria e capacitação para os 150 integrantes da Associação Brasileira de Brinquedos Educativos (Abrine).

A instituição apóia o segmento, que nos últimos três anos registrou um crescimento de 8% para 20% de participação no mercado. Esses números geram otimismo entre os fabricantes do setor, composto majoritariamente por micro e pequenas empresas. Em 2004, participaram da Feira de Brinquedos 12 fabricantes, este ano o número cresceu mais de 100%.

Técnicos do Sebrae em São Paulo participam semanalmente dos encontros da entidade, realizados na Administração Regional da Lapa na capital paulista, todas as segundas-feiras. Nessas reuniões, são discutidos temas como organização, gestão e, especialmente, o projeto para certificação dos brinquedos educativos brasileiros, essencial para expansão das empresas tanto no mercado intero quanto externo.

"Os brinquedos brasileiros não deixam nada a desejar em termos de qualidade, criatividade e acabamento", analisa Altino Ito, presidente da Abrine. "Existe potencial por parte das empresas, existe interesse dos comprados. O que está faltando às empresas é capacidade de produção e uma preparação adequada para vender para o mercado externo", diz.

Especialistas do Sebrae-SP estão ministrando vários cursos para os associados da Abrine, entre eles o que oferece noções básicas sobre exportação. Uma das iniciativas realizadas em parceria com a entidade, conta Ito, será a busca da certificação conjunto, o que deverá baratear os custos para os associados e a produção complementar por parte das empresas. "Uma produz um módulo, outro produz outro. Dessa forma, poderemos ganhar escala, algo essencial para quem exporta", acredita o presidente da entidade.

A idéia é tornar o grupo um PSI - Programa Setorial Integrado, que o Sebrae-SP aplica em parceria com a Agência de Promoção de Exportações (Apex) em todo o Estado, explica Thiago Bueno Ferraz, analista do Sebrae-SP na Lapa.

O programa, que ganhou nova metodologia em 2003, trabalha com grupos de empresas de um mesmo setor. Numa primeira fase, é realizada a mobilização do grupo e feito um diagnóstico das empresas. A seguir, vem um estudo de mercado que, no caso do exterior, é chamado de estudo de exportabilidade.

As empresas contam com assessoria gerencial e tecnológica, de design, de produção, certificação, adequação e desenvolvimento de novos produtos, além de orientação para a formação de consórcios de exportação, sempre visando ações direcionadas, integradas e contínuas, para a conquista de novos mercados.

Mais informações: Assessoria de imprensa Sebrae/SP

Voltar

 

> por ordem alfabética
> mais requisitados

> por temas

 
Digite seu e-mail
 

Odilon Marcuzzo será o novo presidente da Finep


[Leia mais ...]